| Processo: | 99/06148-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 1999 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2003 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Denise Fecchio |
| Beneficiário: | Denise Fecchio |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 00/01197-2 - Perfil de populações celulares e citocinas no tumor ascítico de Ehrlich tratado com veneno de Bothrops jaraca, BP.TT |
| Assunto(s): | Citocinas Bothrops jararaca Venenos de serpentes Células tumorais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bothrops Jararaca | Citocinas | Imflamacao | Tumor Ehrlinch |
Resumo
Venenos de serpentes têm sido empregados como substâncias antineoplásicas em diversos modelos experimentais. Realizamos estudos avaliando o efeito do veneno de Bothrops jararaca sobre a evolução do tumor de Ehrlich e observamos diminuição do número de células tumorais, aumento da sobrevida dos animais e aumento de células mononucleares e polimorfo nucleares nos camundongos tratados com este veneno. Além disso, estudos preliminares in vitro realizados em nosso laboratório demonstraram que este veneno não impediu proliferação de células do tumor de Ehrlich, nem teve efeito sobre células normais da cavidade peritoneal de camundongos. Assim, o objetivo deste trabalho será: 1) avaliar o efeito antimitótico e tóxico do veneno de Bothrops jararaca sobre as células do tumor de Ehrlich in vitro, mediante incubação de células tumorais frente a diferentes concentrações de veneno e 2) caracterizar as subpopulações celulares, através de imunocitoquímica, e o perfil de citosinas, por ensaio imunoenzimatico, na cavidade peritoneal de animais portadores do tumor ascítico de Ehrlich tratados com veneno de Bothrops jararaca. Os dados obtidos serão analisados pela prova não paramétrica de Kruskal-Wallis para amostras independentes. As diferenças entre os grupos serão avaliadas pelo teste de Tukey. O nível de significância adotado será de 5%. (AU)
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