| Processo: | 01/02462-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2001 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2003 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Ermelindo Della Libera Junior |
| Beneficiário: | Ermelindo Della Libera Junior |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Gastroenterologia Pancreatite crônica Doenças biliares Disfunção do esfíncter da ampola hepatopancreática Manometria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doencas Bilio-Pancreaticas | Esfincter De Oddi | Manometria | Pancreatite Cronica |
Resumo
Muitas doenças biliares e pancreáticas são decorrentes de alterações nos mecanismos de drenagem biliar, assim como modalidades terapêuticas, como a esfincterotomia endoscópica (EE), podem ser realizadas no seu tratamento. A manometria biliar e pancreática é método utilizado para o diagnóstico da disfunção do esfíncter de Oddi e auxilia na avaliação da eficácia da EE na terapêutica de outras doenças, como a colédocolittase. O equipamento para manometria consiste em unidade de captação e registro computadorizado, bomba de infusão pneumohidráulica para perfusão líquida e cateter de manometria. É necessário a cateterização profunda da via biliar e pancreática para aferirem-se as pressões. Mesmo tratando-se de método com reconhecida importância, atualmente a manometria do esfíncter de Oddi não é realizada em nenhum serviço de endoscopia no Brasil, por isso propusemo-nos a estudá-la nos pacientes encaminhados para realização de PCRE. (AU)
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