| Processo: | 04/08548-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2004 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2006 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Elsa Masae Mamizuka |
| Beneficiário: | Elsa Masae Mamizuka |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Fatores de virulência Farmacorresistência bacteriana |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fatores De Virulencia | Resistencia Bacteriana | Sccmec | Sistema Regulatorio "Agr" |
Resumo
A resistência a beta-lactâmicos é codificada pelo gene mecA, inserido em um elemento genético chamado SCCmec. Infecções por MRSA foram relatadas em pacientes sem vinculo com hospitais e um novo tipo de SCCmec foi identificado ems cepas denominadas CA-MRSA. Cepas CA-MRSA apresentam genes adicionais relacionados à virulência. O locus "agr" regula a expressão dos fatores de virulência de "S. aureus". O "agr" deve estar envolvido na resposta às pressões seletivas. Não se sabe se as CA-MRSA brasileiras possuem alguma diferença, em virulência, do clone endêmico brasileiro. A avaliação da transcrição dos genes de toxinas através de RT-PCR e expressão das proteínas através de ensaios fenotípicos em conjunto com a tipagem e funcionalidade do locus agr através de PCR e RFLP-PCR são ferramentas que nos auxiliam nesse estudo. Conhecer os fatores de virulência que o CA-MRSA possui e a forma como o "agr" influência em sua regulação é de grande importância para que se possa prever a sintomatologia, severidade e prognóstico das infecções causadas por CA-MRSA. (AU)
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