| Processo: | 06/57233-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo |
| Pesquisador responsável: | Miguel Cooper |
| Beneficiário: | Miguel Cooper |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Assunto(s): | Porosidade Conservação do solo Rugosidade Micromorfologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Agua No Solo | Conservacao Do Solo | Encrostamento | Micromorfologia | Porosidade | Rugosidade |
Resumo
O encrostamento superficial favorece a erosão e degradação dos solos. Por isso, o estudo e monitoramento das crostas superficiais visando o seu controle são importantes para o manejo e conservação do solo e da água, principalmente em regiões sob clima tropical, nas quais a degradação do solo é mais intensa e há excessivo descuido cm relação à proteção do meio ambiente. Somente após a avaliação da intensidade de formação das crostas superficiais sob diversas condições será possível subsidiar a seleção de métodos de controle do encrostamento para cada situação. O objetivo principal deste estudo será monitorar a evolução e formação das crostas superficiais para solos de texturas contrastantes. Para atender este objetivo, serão realizados dois experimentos, o primeiro conduzido sob diferentes intensidades de chuvas simuladas, e o segundo sob eventos seqüenciais de chuvas naturais. Serão ainda determinados os efeitos do encrostamento sobre a rugosidade superficial, porosidade, continuidade dos poros, condições físico-hídricas e infiltração de água no solo. A partir dos dados provenientes deste projeto, haverá subsídio para a criação de novos projetos de auxílio à pesquisa sobre o encrostamento superficial. Como exemplos temos a modelagem em erosão do solo (tanto na criação de modelos como no complemento a parâmetros de modelos já existentes, como o WEPP); comparação de diversos fatores como intensidade, diâmetro da gota e duração de eventos de chuva simulada; estudo dos sedimentos carregados junto à água perdida após a formação de selamento; entre outros. (AU)
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