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Desenvolvimento de endopróteses valvadas auto-expansíveis e balão-expansíveis com implante minimamente invasivo para implante em posição aórtica e pulmonar

Processo: 08/04462-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2008 - 30 de setembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Enio Buffolo
Beneficiário:Enio Buffolo
Instituição-sede: Departamento de Cirurgia. Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares  Valva aórtica 

Resumo

O reparo e a troca valvar aórtica são procedimentos bem estabelecidos. Apesar disso, alguns pacientes apresentam um risco cirúrgico elevado. Diversas alternativas têm sido propostas nestes doentes, porém muitas limitações persistem e os resultados cirúrgicos ainda são desapontadores. A insuficiência valvar pulmonar é um problema comum após a correção inicial da Tetralogia de Fallot. O tratamento expectante pode levar a disfunção progressiva e definitiva do ventrículo direito. A correção tradicional envolve a substituição valvar com o uso de circulação extracorpórea. Recentes relatos têm sugerido a possibilidade de implante valvar montado em cateter sem o uso da circulação extracorpórea. O objetivo deste trabalho é o desenvolvimento de valvas aórticas e pulmonares auto-expansíveis e balão-expansíveis montadas em cateteres implantáveis por cirurgia minimamente invasiva sem o uso da circulação extracorpórea em posição aórtica e pulmonar. Métodos: Endopróteses valvadas biológicas serão desenvolvidas e implantas em 24 porcos (doze aórticos e doze pulmonares) através da via apical ventricular ou via de saída ventricular direita por técnica minimamente invasiva. Controle ecocardiográfico e fluoroscópico serão utilizados para guiar o implante. A utilização de marcapasso em alta frequência facilitará a abertura do dispositivo e uma sutura em bolsa ocluirá o ápex ventricular ou a via de saída após os implantes. Medidas hemodinâmicas invasivas e não-invasivas serão realizadas imediatamente após o implante e de maneira seriada. Resultados: Espera-se implante adequado das próteses na posição aórtica e pulmonar e a manutenção de perfil hemodinâmico adequado no seguimento de 3 meses. A análise do desempenho hemodinâmico e interação prótese- raiz aórtica- coronárias e prótese-artéria pulmonar permitirá o desenvolvimento de protótipos a serem utilizados em humanos. CONCLUSÃO: O desenvolvimento de endoprótese valvada balão-expansível e auto-expansível permitirá o advento de nova técnica de intervenção valvar aórtica e pulmonar, com tecnologia nacional e possivelmente aplicável a pacientes de alto risco cirúrgico com menor morbi-mortalidade. (AU)

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