| Processo: | 08/01240-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Renata de Almeida Coudry |
| Beneficiário: | Renata de Almeida Coudry |
| Instituição Sede: | Hospital A C Camargo. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Neoplasias colorretais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer colorretal | dieta e câncer | Mgmt | nitrato | Nitrito | Oxido Nitrico | Patologia Molecular |
Resumo
A alta incidência de câncer colorretal em países industrializados, e nas regiões Sul e Sudeste do Brasil têm aumentado e sido associada principalmente, às mudanças de hábitos alimentares e estilo de vida população. Muitas referências têm sido feitas ao consumo de carne vermelha e carne vermelha processada e a carcinogênese colorretal. Uma das hipóteses levantadas é que a partir de compostos da carne vermelha assada em altas temperaturas ou diretamente em contato com o fogo, como no caso de churrasco, são formadas aminas heterocíclicas conhecidamente mutagênicas e carcinogênicas, por interagir com o Óxido Nítrico formando composto N-nitrosos (nitrosaminas e nitrosamidas). Além disso, o nitrito presente nas carnes defumadas, embutidos e alimentos em conserva, ou formado endogenamente a partir do nitrato, interage com essas aminas também formando composto N-nitrosos que dão início ao processo de carcinogênese. Porém como isso acontece ainda não é bem entendido. Interações entre o óxido nítrico e as proteínas de reparo MGMT têm sido descritas, por alguns autores, como um provável caminho epigenético que aumenta a frequência de mutações importantes na carcinogênese colorretal. Diante disso, neste trabalho será avaliada a expressão das sintases de Óxido Nítrico, a quantificação de nitrito e nitrato no sangue correlacionando-os com a expressão da proteína MGMT e o status de metilação da região promotora de MGMT em tumores colorretais. Esta análise tem como intuito o melhor entendimento da carcinogênese colorretal. (AU)
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