| Processo: | 10/50409-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Ismael Dale Cotrim Guerreiro da Silva |
| Beneficiário: | Ismael Dale Cotrim Guerreiro da Silva |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Doenças dos genitais femininos Endometriose Etiologia Receptores de progesterona Proliferação celular Apoptose Polimorfismo genético |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Apoptose | Endometriose | Etiopatogenia | Polimorfismo Progins | Proliferacao Celular | Resistencia A Progesterona |
Resumo
Durante as últimas décadas a Endometriose tem se tornado uma das mais enigmáticas doenças crônico-inflamatórias relacionadas ao trato genital feminino. Doença que afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva, apresenta grande associação com dor crônica, infertilidade e morbidade. Apesar de muita pesquisa básica e clínica ao longo desses anos, os mecanismos moleculares relacionados à patogênese da Endometriose permanecem obscuros. O receptor da progesterona desempenha papel crucial na fisiologia do endométrio e suas principais ações são mediadas por duas isoformas (PRA e PRB) que possuem importante função no controle da biologia do endometrial através da manutenção de processos celulares como proliferação, diferenciação e apoptose, em níveis fisiológicos. Uma resposta inadequada da progesterona por meio de seu receptor pode predispor o endométrio a um descontrole no ciclo celular o que por sua vez pode contribuir para o surgimento de doenças homônio-dependentes como a Endometriose. Diversos estudos genéticos sugerem que variantes do receptor da progesterona possam modificar o risco para desenvolvimento de diversas afecções ginecológicas inclusive a Endometriose. O polimorfismo genético denominado PROGINS consiste em duas alterações independentes (funcionalmente relevantes), a mutação V660L e a inserção Alu. Ambas parecem alterar a ação do receptor da progesterona desencadeando uma resposta alterada a estimulação hormonal. No presente estudo pretendemos avaliar o comportamento da célula endometrial após exposição à progesterona (por meio de transfecções com vetores contendo variantes genéticas do receptor da progesterona relacionadas ao polimorfismo PROGINS) no que diz respeito ao controle do ciclo celular em células de pacientes com e sem o background genético da Endometriose. (AU)
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