| Processo: | 10/16148-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Agenor Pavan |
| Beneficiário: | Marcelo Agenor Pavan |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Renate Krause Sakate |
| Assunto(s): | Vírus de plantas Alho Potyvirus Carlavirus Técnicas imunoenzimáticas Ensaio de imunoadsorção enzimática Reação em cadeia da polimerase via transcriptase reversa (RT-PCR) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alho | carlavirus | Elisa | Potyvirus | Rt-Pcr | Virologia Vegetal |
Resumo
O alho é propagado através de bulbilhos prática que favorece a transmissão de patógenos, especialmente os vírus. O alho pode ser infectado por vírus pertencentes aos gêneros Allexivirus, Carlavirus e Potyvirus. No Brasil existem poucas informações sobre as espécies de vírus ocorrendo em alho, de modo que este trabalho terá como objetivo verificar a ocorrência e identificar as espécies de potyvirus e carlavirus infectando alho em regiões produtoras do sul e sudeste do país, bem como desenvolver métodos moleculares de diagnóstico para estas espécies. Também terá como objetivo fazer um levantamento da ocorrência desses gêneros na cultura do alho, nas regiões em que a produção é de destaque quando comparado às demais regiões, isto é o Sul e Sudeste brasileiros. Será realizado o seqüenciamento completo da espécie Leek yellow stripe virus (LYSV). A concentração viral será avaliada aos 20, 40, 60, 80, 100 e 120 dias utilizando-se a técnica de PCR em tempo real e ELISA. Estes dados permitirão compreender a cinética viral na folha e bulbos, indicando a melhor época para coleta de amostras e detecção dos vírus. Plantas de alho nobre cultivar Caçador, livres de vírus obtidas pela Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Campus de Botucatu, mantidas como matrizes em telados e avaliadas para a presença de vírus, serão observadas por três ciclos de cultivo a produtividade em comparação ao material comumente utilizado pelos produtores, em condições comerciais de cultivo em alta pressão de inóculo. Na avaliação da re-infecção, serão observadas a porcentagem de plantas infectadas por cada um dos gêneros de vírus acima citados. (AU)
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