| Processo: | 04/08876-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2005 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2007 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia |
| Pesquisador responsável: | Ana Maria Setubal Pires-Vanin |
| Beneficiário: | Ana Maria Setubal Pires-Vanin |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Construção naval Navios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Instrumentacao Oceanografica | Navio Oceanografico |
| As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável | |
| Página web do EMU: | Página do Equipamento Multiusuário não informada |
| Tipo de equipamento: | Tipo de Equipamento Multiusuário não informado |
| Fabricante: | Fabricante não informado |
| Modelo: | Modelo não informado |
Resumo
O objetivo geral do projeto aqui proposto, denominado "A Influência do Complexo Estuarino da Baixada Santista sobre o Ecossistema da Plataforma adjacente (ECOSAN)", é avaliar a influência do complexo estuarino da Baixada Santista sobre a plataforma continental situada entre Itanhaém e São Sebastião, estufando o aporte do material orgânico e inorgânico, os mecanismos físicos que possibilitam o aporte e deposição desse material e a seu impacto sobrei os processos biológicos e a estrutura do ecossistema da região. Nesse projeto multidisciplinar atuam especialistas de diversas áreas da Oceanografia, tais como físicos, biológicos, geólogos, químicos e engenheiros. O enfoque de ECOSAN é o estudo de um processo, a penetração das águas provenientes do complexo estuarino da Baixada Santista na plataforma continental e de suas conseqüências sabre esse ecossistema. As águas estuarinas apertam nutrientes contaminantes dos mais diversos tipos para a plataforma, sendo estes tanto origem doméstica, na forma de esgoto, quanto industrial. As escalas temporais determinantes no processo são a sazonal, com extremos de descarga no verão e no inverno; a dos ventos sinóticos, determinando maior ou menor estreitamento da plataforma continental interna, e a inercial-maregráfica, responsável por oscilações energéticas da frente estuarina. Assim, procurar-se-á determinar quais os mecanismos físicos que aportam massa à região de estudo, quais as formas preferenciais de aporte e como a biota reage aos diversos materiais e substâncias carreados para a plataforma continental interna. (AU)
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