| Processo: | 11/05970-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros no Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Miriam Dolhnikoff |
| Beneficiário: | Miriam Dolhnikoff |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | História do Brasil Império Navegação fluvial Rio Amazonas Amazonas Pará Parlamento Publicações de divulgação científica Produção científica Livros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amazonas | Brasil Império | Navegação do rio Amazonas | para | Parlamento | Brasil Império |
Resumo
A questão da livre navegação nas principais bacias hidrográficas sul-americanas- Amazonas e Prata - constituiu ponto capital da política externa dos países da América do Sul em meados do século XIX. Seu desenrolar, assim, adquiriu importância para a constituição dos novos Estados da região, na medida em que influía em questões vitais para a sobrevivência destes, como o acesso a regiões do seu próprio território e o comércio internacional. No Brasil isto não foi diferente, e a questão da navegação a vapor na bacia amazônica constituiu-se em um elemento fundamental para o processo de construção do seu Estado nacional. Neste sentido, tornou-se necessária a adoção de políticas que visassem fazer frente ao risco de perda da soberania sobre a região amazônica, supostamente ameaçada pelo imperialismo das potências europeias e Estados Unidos, e inserir a região da melhor forma possível no sistema econômico e político brasileiro e no contexto das trocas comerciais internacionais. Esta pesquisa objetiva analisar as discussões que se deram em torno de tais políticas, principalmente no parlamento brasileiro. Desta forma, é possível vislumbrar qual foi a margem de autonomia em política externa deste nascente Estado, obrigado deste cedo a se confrontar com as maiores potências da época na busca de um tênue equilíbrio do qual dependia sua sobrevivência. De outro lado, foi possível analisar a dinâmica parlamentar tendo em vista as posições dos deputados, os embates e confrontos entre propostas a respeito de uma região fronteiriça que necessitava de políticas para ser efetivamente incorporada ao império. (AU)
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