| Processo: | 11/08510-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Isabela Werneck da Cunha |
| Beneficiário: | Isabela Werneck da Cunha |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Dirce Maria Carraro |
| Assunto(s): | Neoplasias colorretais Técnicas de diagnóstico molecular Receptor do fator de crescimento epidérmico Heterogeneidade genética Mutação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Carcinoma coloretal | Heterogeneidade tumoral | Kras | Patologia Molecular |
Resumo
O Receptor do Fator de Crescimento Epidérmico (EGFR) participa na regulação de divisão, diferenciação, migração, adesão e apoptose celular, e são super-expressos nos carcinomas coloretais (CCR). A inibição do EGFR pode ser feita, o que leva ao bloqueio do estímulo de crescimento tumoral. Apenas uma pequena porção de pacientes com CRC (10-20%) respondem às terapias anti-EGFR, o que está associado a presença de mutação do gene Kras, levando à ativação da cascata de sinalização de forma constante e independente do EGFR. A mutação do gene Kras é um preditor negativo de resposta a terapia anti-EGFR, e pode ser vista em 35-40% dos CCR. A presença da mutação indica que o tratamento com anti-EGFR, não deve ser feito, com isso evitando a toxicidade e a perda monetária decorrente desse tratamento.Não há um consenso na literatura sobre a metodologia ideal para pesquisar essa mutação, nem os valores de corte para cada teste. Diversos fatores podem influenciar os resultados, como a fixação dos tecidos com formalina e a presença de células estromais em meio às células tumorais do material a ser testado. Não há consenso também sobre qual tecido ser usado para pesquisa da mutação caso exista representação da lesão primária e da lesão meastática de um mesmo paciente. Um estudo de revisão mostrou diferenças no status mutacional de metástases quando comparadas com o tumor primário de um mesmo paciente. Esses achados podem refletir a existência de heterogeneidade de população celular intratumoral, ou mesmo instabilidade genética, com o tumor adquirindo mutações com sua progressão. O objetivo desse estudo é avaliar o status mutacional do gene Kras em diferentes áreas de um mesmo tumor primário, comparando os resultados com as metástases correspondentes e a mucosa não neoplásica. Será avaliado ainda no estudo possíveis interferências de fatores técnicos como a fixação em formalina e impacto do estroma em meio a representação de células neoplásicas. (AU)
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