| Processo: | 11/23903-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2014 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia |
| Pesquisador responsável: | Marisa Masumi Beppu |
| Beneficiário: | Marisa Masumi Beppu |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia Química (FEQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Doença de Alzheimer Peptídeos beta-amiloides Quitosana Histidina Cobre |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alzheimer | beta-amilóide | cobre | Histidina | quitosana | Biomateriais |
Resumo
A doença de Alzheimer (DA) é uma doença degenerativa progressiva do cérebro, cada vez mais frequente na população. Uma das causas da iniciação da doença está na ligação anômala que ocorre entre a proteína beta-amilóide e o íon metálico cobre, levando à formação de um agregado insolúvel beta-amilóide-Cu. Com o envelhecimento, há também um aumento na produção de radicais livres de íons metálicos que são considerados potencializadores da doença. Segundo uma vertente da farmacologia, agentes quelantes poderiam, em princípio, ser usados no tratamento da intoxicação com metais pesados. Nesta linha, biopolímeros que possuem ação quelante, tais como a quitosana, poderiam também ser de valia para o tratamento da DA, devido à sua biocompatibilidade, ou seja, geralmente não causam problemas de rejeição sendo incorporados naturalmente aos tecidos corporais. A quitosana é também hidrofílica, atóxica, biodegradável e altamente versátil, permitindo mudar facilmente suas propriedades físicas e químicas, além de possuir uma excelente capacidade de remoção de íons metálicos. O objetivo do presente trabalho será estudar a ação quelante da quitosana, atuando na remoção dos íons cobre, na presença de beta-amilóide ou de um composto equivalente que apresente histidinas (conhecidos como os responsáveis pela ligação com o íon cobre). Espera-se, com esta informação, consolidar conhecimento na área do equilíbrio destas espécies em meio aquoso, visando contribuir nas estratégias para atenuação da DA. (AU)
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