Resumo
Com a evolução dos sensores digitais para aquisição de imagens, cresce a utilização de câmeras digitais em fotogrametria, especialmente as câmeras não métricas, uma vez que as câmeras métricas têm custos elevados e apresentam problemas com o armazenamento e o gerenciamento das imagens. Além disso, se as câmeras não métricas forem devidamente calibradas, podem oferecer informações de qualidade, aliadas às vantagens de que dispõem, como flexibilidade quanto ao intervalo de focalização. Elas são pequenas, leves, de fácil manejo e seu custo é reduzido quando comparado ao das câmeras digitais métricas. Contudo, as câmeras digitais possuem algumas limitações, como a instabilidade da geometria interna da câmera (distância focal e posição do ponto principal) e a resolução limitada dos sensores CCD. Estudos de caso têm mostrado que esses problemas podem ser contornados, podendo-se utilizar todo o potencial desse tipo de sensor para mapeamentos temático, topográfico e cadastral de áreas pequenas, com grande flexibilidade em relação aos sensores aéreos e orbitais convencionais. Neste projeto pretende-se avaliar algumas alternativas e desenvolver uma metodologia que permita a utilização de câmeras digitais não métricas para mapeamento. Pretende-se estudar e implementar uma plataforma com duas câmeras convergentes e verificar sua aplicabilidade no mapeamento, considerando-se os problemas de instabilidade de parâmetros de orientação interior e qualidade das imagens. (AU)
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