| Processo: | 01/12914-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2002 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2003 |
| Área do conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economias Agrária e dos Recursos Naturais |
| Pesquisador responsável: | Paulo Edgard Nascimento de Toledo |
| Beneficiário: | Paulo Edgard Nascimento de Toledo |
| Instituição Sede: | Instituto de Economia Agrícola (IEA). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Instituição parceira: | Depto Ciencias Florestais - Esalq/Usp |
| Assunto(s): | Sustentabilidade Bacia hidrográfica Hidrologia Piracicaba (SP) Saltinho (SP) Rio das Pedras (SP) |
| Publicação FAPESP: | https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Pesquisa...publicas_66_71_72.pdf |
Resumo
Um dos principais desafios do século XXI será o de recuperar e transferir para as gerações futuras um estoque de recursos naturais de forma a permitir a sustentabilidade da vida no planeta, condicionada a uma oferta crescente de qualidade de vida. Entre as dificuldades da implantação de novos modelos produtivos (agrícolas ou industriais) compatíveis com a situação conjuntural socioeconômica do país ressalta-se a necessidade de mudança no uso de recursos naturais, no sentido de abandonar o extrativismo em prol da conservação e de conquista da sustentabilidade. Esse anseio da sociedade moderna foi concretizado pelo poder legislativo ao instituir através do Código Florestal, Lei Federal n° 4.771/65, a proteção da flora, da fauna, do solo e das águas. A imposição da recomposição florestal, nas áreas de preservação permanente, demonstra esta preocupação. Entretanto, como a restauração de áreas de preservação permanente tem sido incipiente, é necessário discuti-la com os segmentos sociais para aprimorá-Ia, de forma a permitir que o real objetivo seja atingido. É preciso verificar melhor quais são as dificuldades da aplicação da legislação vigente em uma microbacia segmentada por propriedades, onde a restauração florestal haverá que competir com a produção de alimentos e, principalmente, de renda. Na atualidade, o estado deve, com a comunidade, articular e coordenar a busca e delineamento da reconversão agrícola, garantindo a geração e teste de novas tecnologias, para alicerçar políticas indutoras da sustentabilidade, tal qual enunciada na Agenda 21. A microbacia do Piracicamirim, por sua favorável localização geográfica, permite a realização de estudos tanto de problemas urbanos como rurais, e, sua foz se dá no campus da 'Luiz de Queiroz', local ideal para o monitoramento da hidrologia. A microbacia ocupa uma área total de 12.950ha, a maior parte no município de Piracicaba, estendendo-se, também, aos municípios de Saltinho e Rio das Pedras. (AU)
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