Resumo
A tendência mundial em consumir alimentos funcionais e que possuam compostos bioativos tem crescido muito nos últimos anos, devido à reconhecida associação entre a ingestão de frutas e vegetais e a diminuição do risco de desenvolvimento de algumas doenças crônico-degenerativas. O valor da atividade antioxidante de alimentos de origem vegetal tem se mostrado um indicativo importante de seu valor funcional, no entanto os métodos químicos in vitro empregados para sua determinação não reproduzem as condições fisiológicas celulares, não consideram a biodisponibilidade e o metabolismo dos compostos bioativos, e na sua maioria empregam radicais que não existem em sistemas biológicos reais. Desta forma, o emprego de métodos como o que mede a Atividade Antioxidante Celular (AAC) toma-se extremamente vantajoso, pois supre de maneira eficiente às deficiências que os métodos químicos in vitro apresentam, sendo mais simples e barato do que modelos animais e humanos. O estabelecimento de uma correlação entre as atividades antioxidante in vitro e celular é importante sob o aspecto de corroboração dos dados gerados em diversos trabalhos científicos que só empregaram métodos químicos e também para determinar valores de atividade antioxidante que consideram o efeito da absorção e metabolismo celular. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |