| Processo: | 13/50421-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Acordo de Cooperação: | AKA |
| Pesquisador responsável: | Milton Cezar Ribeiro |
| Beneficiário: | Milton Cezar Ribeiro |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Otso Ovaskainen |
| Instituição Parceira no exterior: | University of Helsinki , Finlândia |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Rio Claro |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/04811-9 - TT3 - Técnico para análise genética e de laboratório, BP.TT |
| Assunto(s): | Ecologia de populações Biodiversidade Conservação biológica Florestas tropicais Estatísticas ambientais Inferência bayesiana |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bayesian Statistics | Biodiversity Survey | Conservation Biology | Spatial Ecology | Tropical Ecology |
Resumo
Um dos principais desafios nas pesquisas ecológicas é entender a interação entre fatores bióticos e abióticos que afetam a dinâmica espaço-temporal de indivíduos, populações e comunidades. Os fundamentos de ecologia, junto com métodos robustos e com custo-benefício de monitoramento em larga-escala e a longo prazo, formam a base para pesquisa aplicada, como a avaliação das consequências da mudança ambiental. Estudos nos hotspots de biodiversidade, como florestas tropicais brasileiras, são especialmente relevantes no contexto da mudança ambiental global e da perda da biodiversidade. Esclarecer interações complexas entre fatores bióticos e abióticos requer estudos multidisciplinares, com amplo conhecimento da história natural, amostragem bem delineada, e habilidades analíticas eficientes. O desenvolvimento de novas técnicas tem possibilitado aumento significativo na quantidade e acurácia dos dados, mas simultaneamente eles trazem novos desafios no processamento e análises dos mesmos. Um exemplo dessas oportunidades e desafios, relevantes no contexto desse projeto, é o uso de unidades autônomas de registro de áudio em comunidades de animais que vocalizam, como as aves. Com o avanço das unidades apropriadas de registro, os maiores desafios para amostragens em larga escala não são nas coletas dos dados, mas em como processá-los, p.e. identificar indivíduos ou espécies a partir das suas vocalizações e usar ferramentas estatísticas para extrair informações biologicamente relevantes a partir dos dados. Outro exemplo é o uso da variedade de marcações que acompanham continuamente os movimentos e comportamentos dos indivíduos, como pequenos dispositivos GPS, coletores de dados de rádio-telemetria digital, e tecnologia de radar harmônico que possibilita mapear o movimento de insetos de forma continua. Nós planejamos desenvolver uma abordagem multidisciplinar para estudar a biodiversidade local em dois principais ecossistemas brasileiros: Amazônia e a Mata Atlântica. A principal novidade desse plano é no uso de novas tecnologias de amostragem combinadas com o desenvolvimento de arcabouços estatísticos e teóricos inovadores para fazer inferências robustas em nível de indivíduo, população e comunidade. Nós integraremos ecologia do movimento com a ecologia de população e de comunidades, para produzir novas informações para a biodiversidade tropical, incluindo aspectos básicos e aplicados. (AU)
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