| Processo: | 21/02132-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Acordo de Cooperação: | Sociedade Max Planck para o Avanço da Ciência |
| Pesquisador responsável: | Francisco Voeroes Dénes |
| Beneficiário: | Julia Emi de Faria Oshima |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/19389-9 - Uso de novas ferramentas de bio-rastreamento e analíticas para o estudo da ecologia do movimento e conservação de aves na Caatinga, AP.JP |
| Assunto(s): | Aerogerador |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Conflito entre a vida selvagem e os humanos | ecologia do movimento | Espécie endêmica | Planejamento para Conservação | Risco de colisão | Seleção de habitat | Ecologia do Movimento |
Resumo Quantificaremos o risco de colisão em turbinas eólicas para as araras-azuis-de-lear e urubus Neotropicais na Caatinga. Iremos caracterizar a energia das correntes térmicas ascendentes na área de estudo usando métricas para avaliação do potencial de formação destas correntes de ar a partir de dados da literatura. Em seguida, usaremos dados de movimento das aves equipadas com bio-loggers para caracterizar a área de vida, e usaremos modelos de movimento estocásticos e hierárquicos de tempo contínuo, para considerar os erros de observação nos dados de altura de vôo. Usaremos os dados de altura de vôo com correções de erro específico para cada espécie e as métricas das paisagens de energia como entradas em um modelo mecanístico de risco de colisão. Também avaliaremos a taxa na qual as aves voam sobre áreas de parques eólicos, bem como seu comportamento de evitação (ou seja, mudanças na altura de vôo em resposta direta à presença de turbinas eólicas). Finalmente, partindo do pressuposto de que o risco de colisão é o produto do perigo de colisão, da frequência que as aves voam sobre áreas de parques eólicos, bem como seu comportamento de evitação, iremos derivar estimativas de risco de colisão para as espécies focais na área de estudo. | |
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