| Processo: | 17/21816-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 20 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 19 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Milton Cezar Ribeiro |
| Beneficiário: | Renata de Lara Muylaert |
| Supervisor: | David Thomas Stuart Hayman |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Massey University, Nova Zelândia |
| Vinculado à bolsa: | 15/17739-4 - Efeitos da paisagem e a interação entre mamíferos e hantavírus na Mata Atlântica, BP.DR |
| Assunto(s): | Hantavirus Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brazil | Disease Ecology | Hantavírus | Rodents | Spatial ecology | Disease ecology |
Resumo Estudos recentes apontaram o surgimento de doenças zoonóticas emergentes nos últimos anos, o associando com atividades humanas, como desmatamento e expansão agrícola. A hantavirose está entre essas doenças, apresentando altas taxas de letalidade no Brasil. Algumas espécies de roedores abundantes e amplamente distribuídos da família Sigmodontinae são os reservatórios desses vírus. Abordagens de modelagem que maximizem a eficiência preditiva e reduzem o tempo computacional ou o esforço de campo são desejáveis para prever doenças emergentes. Duas dessas abordagens são investigadas aqui utilizando como modelo de estudo a hantavirose no Brasil. Nossos objetivos são: 1) Entender o a contribuição da estrutura espacial e temporal para a distribuição da hantavirose no Brasil; 2) Gerar um mapa de risco de doença usando modelos bayesianos, a partir de casos confirmados em função da vulnerabilidade socioambiental, expansão agrícola e desmatamento. 3) Estimar o nicho de reservatórios de roedores de hantavírus no Brasil e avaliar sua contribuição como um mapa de risco para a doença no Brasil; 4) Comparar mapas de risco e validá-los durante o procedimento de modelagem e com novos casos confirmados (2014-2018). Esperamos que a expansão agrícola e a densidade populacional do grupo de risco sejam os principais preditores do risco de doença. Também esperamos que modelos bayesianos e modelos baseados em componentes combinados melhorem o poder preditivo para casos de doença de hantavírus no Brasil. Além disso, esperamos que localidades com novos casos validem principalmente o mapa de risco bayesiano, uma vez que a adequação do habitat para reservatórios de roedores pode ser enganoso como proxy a incidência real da doença. Se a adequação mostrar-se como bom preditor de novos casos, os Modelos de Nicho Ecológicos poderão ser facilmente aplicados como estratégia efetiva para as áreas com maior risco, orientando o investimentos e ações para controle e vigilância da doença. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |