| Processo: | 14/05357-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Luciano Cesar Pontes de Azevedo |
| Beneficiário: | Luciano Cesar Pontes de Azevedo |
| Instituição Sede: | Hospital Sírio-Libanês. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Eduardo Leite Vieira Costa ; Marcelo Park |
| Assunto(s): | Terapia intensiva Miocardiopatias Hemodinâmica Sepse Insulina Suínos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | disfunção miocárdica | Hemodinâmica | Inflamação | Insulina | sepse | Suínos | Terapia Intensiva |
Resumo
A sepse ainda constitui-se numa condição clínica de alta morbidade e mortalidade nos dias atuais. A disfunção cardíaca associada à sepse é um evento comum e caracteriza-se por liberação de mediadores inflamatórios com redução da função contrátil do miocárdio. Não existem tratamentos estabelecidos para a disfunção contrátil durante a sepse, além do suporte habitual com drogas vasoativas. Estudos prévios indicam um possível efeito benéfico da insulina na função contrátil cardíaca em condições de baixo aporte de oxigênio como a insuficiência cardíaca secundária a disfunção coronariana e a miocardiopatia da sepse, porém os mecanismos pelos quais este benefício ocorre ainda não são claros. Assim, este estudo experimental de intervenção tem como objetivo comparar a função cardíaca e a resposta inflamatória entre dois grupos de suínos com choque séptico induzido por peritonite fecal: O grupo tratamento receberá insulina, glicose e potássio e o grupo controle que receberá apenas o tratamento convencional. A insulina será administrada em infusão contínua após estabilização hemodinâmica com reposição volêmica e infusão de noradrenalina e os animais serão acompanhados por 24 horas a partir da indução da peritonite. Os principais parâmetros mensurados ao longo do tempo serão débito cardíaco, pressão arterial média, fração de ejeção, relação pressão volume sistólica e diastólica do ventrículo esquerdo, taxa máxima de elevação de pressão de pulso ventricular, concentração sérica e miocárdica de mediadores inflamatórios (IL-1±, IL-1², IL-1ra, IL-2, IL-4, IL-6, IL-8, IL-10, IL-12, IL-18, TNF-±, IFN³, GM-CSF) e de troponina-I. (AU)
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