| Processo: | 15/23951-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Suzelei Rodgher |
| Beneficiário: | Suzelei Rodgher |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Evaldo Luiz Gaeta Espindola |
| Assunto(s): | Eutrofização Algas Metais Ecotoxicologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alga | cladócero | ecotoxicologia | Eutrofização | metal | nutriente | Ecotoxicologia Aquática |
Resumo
O metal zinco é um micronutriente para os organismos, contudo em concentrações elevadas pode ser tóxico. Poluição ambiental por zinco está frequentemente relacionada às atividades de mineração, galvanoplastia e metalurgia e ao lançamento de esgotos domésticos e industriais não tratados. O fósforo é um nutriente essencial para os organismos, entretanto o excesso deste elemento em fertilizantes utilizados na agricultura e no aporte de esgotos domésticos e industriais causa o enriquecimento de ecossistemas aquáticos por fósforo, que é uma das principais causas da eutrofização. Os sistemas aquáticos são raramente perturbados apenas por um tipo de agente estressor. Poluição por metais em ecossistemas aquáticos está frequentemente associada à eutrofização. Para compreender melhor o impacto de metais tóxicos em corpos aquáticos com diferentes condições de nutrientes é necessário elucidar a interação entre metais e nutrientes no que diz respeito ao seu efeito na biota. O objetivo deste trabalho será avaliar o efeito do fósforo na toxicidade do zinco para a microalga Raphidocelis subcapitata. Os efeitos da alga exposta a diferentes combinações de zinco e fósforo para o zooplâncton Ceriodaphnia silvestrii também será avaliado. R. subcapitata será cultivada em meio L.C. Oligo que não contém ácido etileno-diaminotretaacético. Fósforo será fornecido em três concentrações: 2,3x10-4 mol L-1 (meio L.C. Oligo), 2,3×10-6 mol L1 e 6×10-7 mol L1. Estes valores de fósforo representam concentrações elevadas e limitantes do nutriente nos ambientes aquáticos e são ambientalmente relevantes. Células algais serão aclimatadas às concentrações específicas de P que serão utilizadas nos tratamentos experimentais, antes do início dos experimentos. Esta aclimatação será necessária para que o metabolismo algal reflita a concentração de fosfato que se deseja estudar. Após a aclimatação, as células algais serão inoculadas nos meios de cultura contendo diferentes concentrações de zinco (1x10-7 mol L-1 a 2.45x10-6 mol L-1 Zn). A concentração de zinco que inibe 50% da população algal será calculada nas diferentes concentrações de fósforo. Neonatos de C. silvestrii serão mantidos em água reconstituída e expostos a células algais contaminadas, em teste de toxicidade crônica. Nestes experimentos, a reprodução e a sobrevivência dos cladóceros serão avaliadas. (AU)
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