Resumo
O tabagismo é considerado um importante problema de saúde pública mundial e apesar de ser uma das principais causas de morte evitável no mundo, ainda é responsável por cerca de 6 milhões de óbitos por ano e a inatividade física, por cerca de 3,2 milhões. A inatividade física em tabagistas está relacionada a quadros depressivos e níveis elevados de dependência a nicotina, o que também contribui para a baixa tolerância ao exercício. A utilização de exercícios físicos como instrumento para a cessação do tabagismo mostrou que é possível uma redução dos sintomas de abstinência do fumo, da fissura e da ansiedade, além da melhora da falta de concentração e controle do ganho de peso, o que facilita as tentativas de abandono e o sucesso na cessação tabagística. O exercício aeróbico tem papel fundamental no controle dos sintomas relacionados à síndrome de abstinência, como por exemplo, a fissura e o estresse, pois há uma redução significativa dos níveis de cortisol plasmático presente em indivíduos tabagistas. O exercício resistido traz benefícios tanto no ganho de força muscular quanto na minimização do ganho de peso pós-cessação tabagística. A maioria dos estudos relacionados a exercício físico e cessação tabagística não apresentava padronização em seus protocolos, portanto a implementação de dois protocolos padronizados de treinos em tabagistas: aeróbico e resistido, poderiam responder questões ainda não esclarecidas. (AU)
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