| Processo: | 16/25785-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia |
| Pesquisador responsável: | Tatiane da Franca Silva |
| Beneficiário: | Tatiane da Franca Silva |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de Lorena (EEL). Universidade de São Paulo (USP). Lorena , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Lorena |
| Pesquisadores associados: | Andre Luis Ferraz ; Elisson Antonio da Costa Romanel |
| Assunto(s): | Cana-de-açúcar Genética molecular vegetal Hidrólise enzimática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cana-de-açúcar | estrutura da celulose | Etanol Lignocelulósico | expansinas | Hidrólise enzimática | proteínas acessórias | Genética Molecular Vegetal |
Resumo
Um dos principais embargos a produção de etanol de segunda geração a partir do bagaço da cana-de-açúcar (Saccharum spp.) é o custo elevado com enzimas na etapa de sacarificação. As características recalcitrantes da biomassa consomem uma elevada carga enzimática necessária para a hidrólise dos polissacarídeos da parede celular. Durante a etapa de sacarificação as celulases possuem um limitado acesso as microfibrilas de celulose cristalina, presentes em um arranjo altamente empacotado. Estudos prévios mostram que as proteínas vegetais Expansinas são capazes de atuar em sinergismo com as celulases, promovendo a desorganização das microfibrilas tornando-a mais acessível aos complexos enzimáticos. Embora as características da parede celular sejam um dos principais fatores que afetam a produção de etanol, pouco se sabe sobre os genes que influenciam a estrutura das microfibrilas de celulose em cana-de-açúcar. Neste contexto, o presente projeto propõem identificar e caracterizar os genes que compõem a família multigênica de Expansina em cana-de-açúcar; verificar a correlação do perfil de expressão destes genes com a organização estrutural dos tecidos do colmo e analisar o efeito da adição destas proteínas em coquetéis enzimáticos genéricos, buscando maior especificidade para a biomassa desta espécie. Através desta abordagem pretende-se contribui com o desenvolvimento de coquetéis enzimáticos customizados, favorecendo significativamente a viabilidade do processo de hidrólise do bagaço. (AU)
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PROCESSO PARA PRODUÇÃO DE PROTEÍNA EXPANSINA E USO DO FRAGMENTO DE ÁCIDO NUCLEICO CODIFICANTE DA PROTEÍNA EXPANSINA BR 10 2021 020985 2 - Universidade de São Paulo (USP). . William Vinícius De Mello Mira; André Luís Ferraz; Otto Lucas Heinz; Elisson Romanel; Tatiane Da Franca Silva - 01 de janeiro de 2021