| Processo: | 17/04211-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica |
| Pesquisador responsável: | Éder Tadeu Gomes Cavalheiro |
| Beneficiário: | Éder Tadeu Gomes Cavalheiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | Priscila Cervini |
| Assunto(s): | Eletroanalítica Sensores eletroquímicos Materiais compósitos Nanopartículas metálicas Eletrodos Catecolaminas Antidepressivos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antidepressivos | Catecolaminas | compósitos | eletrodos compósitos | Eletrodos impressos | nanoestrutras | Eletroanalítica |
Resumo
Os sensores eletroquímicos descartáveis tem sido uma opção marcante em Química Analítica, uma vez que podem ser produzidos em massa e permitindo a detecção e quantificação de diversas substâncias em diferentes tipos de matrizes e em níveis de concentração cada vez menores. Além disso, a possibilidade de total automação na fabricação de um sistema completo contendo os eletrodos de trabalho, auxiliar e referência, impressos e contidos no mesmo suporte, tornam esse tipo de eletrodo bastante atrativo. Dessa forma, neste trabalho propõe-se o desenvolvimento de eletrodos compósitos impressos ("Screen-Printed Electrodes") e convencionais à base de nanopartículas metálicas de ouro (Au) e platina (Pt), estruturas de grafite e poliuretana. Para a construção desses sensores será necessário desenvolver tintas compósitas capazes de oferecer aderência à matriz e condutividade elétrica adequada. Esse desenvolvimento envolve escolha de solvente, composição e tratamentos superficiais. Além disso, será necessário desenvolver metodologias de impressão dos contatos elétricos e áreas isoladas do dispositivo. Desenvolvidos os sensores, impressos e convencionais, a etapa seguinte será avaliar seu desempenho utilizando técnicas eletroanalíticas, na determinação de antidepressivos da classe dos inibidores seletivos da recaptura de serotonina/noradrenalina (ISRS, ou, do inglês, SSRI), dada a elevada frequência de uso dessas substâncias no tratamento dos processos depressivos, inclusive em nosso país e as polêmicas envolvendo o uso dessa classe de fármacos. Sondas eletroquímicas de interesse biológico como catecolaminas, catecol e hidroquinona, além de íons metálicos de interesse ambiental, como Pb2+, Hg2+, Zn2+, Cu2+, Cd2+, poderão servir para caracterizar o desempenho dos sensores. A principal contribuição deste projeto é o desenvolvimento de novas formulações de tintas à base de nanopartículas metálicas, no qual o produto final obtido será um eletrodo impresso de Au e Pt, além do convencional, também modificado com essas nanopartículas, visando trazer para o grupo um material cuja versatilidade permitirá diversas sinergias com outras linhas de pesquisa, permitindo que esse projeto tenha desdobramentos a longo prazo. Trata-se de uma proposta inovadora e de avanço tecnológico para o país, que não detém tecnologias de fabricação dessas tintas, as quais são importadas. Todo esse processo pode ser passível de patenteamento. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |