| Processo: | 07/51213-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo |
| Pesquisador responsável: | Regina Maria Prosperi Meyer |
| Beneficiário: | Sabrina Studart Fontenele Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Arquitetura moderna Metrópoles Urbanismo História da arquitetura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arquitetura Moderna | Historia Da Arquitetura | Metropole | Urbanismo |
Resumo Esta tese procurará estabelecer uma hipótese sobre a relação que se estabeleceu entre os edifícios modernos e os espaços urbanos do Centro de São Paulo entre as décadas de 1930 e 1960. Considerando os diversos aspectos de transformação da cidade neste período, entre eles a abertura de novas vias para a execução do Plano de Avenidas a partir de 1930 e a verticalização do Centro da cidade, acredita-se que a escala das novas intervenções alterou a relação do edifício com a rua e influenciou o aparecimento de novos partidos de projeto. A partir do mapeamento das principais transformações urbanísticas da área central de São Paulo, desde o início do século XX, e da análise do programa e do partido arquitetônico dos edifícios modernos construídos entre as décadas 1930-50 no Centro de São Paulo, buscar-se-á analisar o diálogo intenso e ativo entre esses espaços e a cidade. Deverá ainda entender essa relação de maneira ampla e relacioná-la com as questões urbanas, históricas e culturais da metrópole paulistana. Esta tese propõe como hipótese de trabalho afirmar que apesar dos edifícios modernos do centro de São Paulo implantarem-se obedecendo ao tecido urbano existente, seguindo os padrões legais então vigentes e os limites dos lotes, estes acabaram por criar novas e inéditas relações urbanas a partir de seus partidos arquitetônicos, através, sobretudo, de novos arranjos espaciais em seus térreos. (AU) | |
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