| Processo: | 09/13436-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal |
| Pesquisador responsável: | Ariel Antonio Mendes |
| Beneficiário: | Cristiane Sanfelice |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Qualidade da carne Colecalciferol Maciez Cálcio Frangos de corte |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cálcio | frango de corte | maciez | qualidade de carne | Rigor-mortis | Vitamina D3 | Qualidade de carne |
Resumo O objetivo deste trabalho será avaliar o potencial da suplementação da vitamina D na forma 25-hidroxicolecalciferol (25-OHD3) na dieta de frangos de corte, dias antes do abate, com o intuito de melhorar a qualidade da carne de frango promovendo aumento da maciez. No Experimento 1, as aves com 35 dias de idade serão suplementadas diariamente com vitamina D (25-OHD3) na dieta com três dosagens diferentes (1500, 2500 e 3500 UI/kg de ração) por sete dias consecutivos. Serão realizadas coletas de sangue, diariamente, iniciando-se dois dias antes da administração de vitamina D (25-OHD3) até 14 dias, para a determinação do nível de cálcio plasmático e para avaliar em qual dos tratamentos se observará o pico de cálcio plasmático, que dia se dará o mesmo e por quanto tempo se prolongará os níveis altos de cálcio plasmático. No Experimento 2, será avaliado qual o melhor tempo de administração da vitamina D (25-OHD3) antes do abate para se obter níveis elevados de cálcio plasmático por pelo menos dois dias após a última administração. Portanto, será avaliada a melhor dose administrada em três períodos diferentes conforme os resultados do experimento 1. Assim, se determinará em qual dos tratamentos se obterá o maior e mais duradouro pico de cálcio e por quanto tempo este se manterá em níveis considerados altos para se determinar o ótimo tempo de administração antes do abate com níveis de segurança com relação ao teor de cálcio. No Experimento 3, o delineamento experimental será o interiramente casualisado em esquema fatorial 5X2, sendo cinco tempos de desossa (25 minutos, 2, 4, 6 e 24 horas post-mortem) e dois níveis de suplementação de vitamina D (25-OHD3) (controle e o melhor tempo e dosagem da vitamina do experimento 1 e 2). As aves serão abatidas com 42 dias de idade, desossadas seguindo cada tempo de desossa e serão avaliadas as seguintes características de qualidade da carne: pH, cor, drip loss, índice de fragmentação gravimétrica, perda de peso por cozimento, força de cisalhamento e análise sensorial. No Experimento 4, o delineamento experimental será o interiramente casualisado em esquema fatorial 4X2, sendo quatro tempos de maturação (zero, 24, 48 e 72 horas) e dois níveis de suplementação de vitamina D (25-OHD3) (controle e o melhor tempo e dosagem de vitamina D do experimento 1 e 2). Aos 42 dias de idade, as aves serão abatidas e os peitos serão maturados a temperatura de 2oC ±1ºC em câmara BOD e realizadas as seguintes análises de qualidade: pH, cor, drip loss, índice de fragmentação gravimétrica, perda de peso por cozimento, força de cisalhamento e análise sensorial. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |