| Processo: | 07/05979-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Antonio Vargas de Oliveira Figueira |
| Beneficiário: | Aline Aparecida Possignolo |
| Instituição Sede: | Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Espectrometria de massas Theobroma cacao Chocolate Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | espectrometria de massa | Fermentação do cacau | gel bidimensional | Sabor do chocolate | Theobroma cacao | Proteômica |
Resumo O típico sabor ou aroma de chocolate é único, obtido somente de sementes fermentadas, secas e torradas do cacaueiro (Theobroma cacao), não podendo ser sintetizado artificialmente. O desenvolvimento desse sabor é influenciado pela constituição genética das sementes, processamento pós-colheita (fermentação e secagem) e manufatura. As proteínas dos cotilédones são supostamente os precursores do sabor e aroma de chocolate. Em trabalho anterior (Iniciação Científica FAPESP 07/03466-0) foi possível otimizar os parâmetros de extração de proteínas de cotilédone de sementes não-fermentadas de cacaueiro, seguido da análise do perfil protéico por focalização isoelétrica (IEF) e por eletroforese em gel de poliacrilamida desnaturante, e iniciar análises de identificação dos spots utilizando espectrometria de massa (Q-TOF). Com tais parâmetros otimizados, pretende-se investigar as alterações no perfil protéico qualitativo e quantitativo das proteínas de sementes de três variedades durante o processo da fermentação e torração, buscando correlacionar diferenças com o potencial de desenvolver sabor de chocolate, já avaliado por análise sensorial. As mesmas análises serão conduzidas avaliando o perfil protéico de acessos de cacaueiro representantes dos grupos morfo-geográficos Criollo, Forastero, Nacional e Trinitário, reconhecidos por apresentar potencial de sabor distintos. | |
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