| Processo: | 09/09175-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Marnie Martins Gomes de Castro |
| Beneficiário: | Alessandra Marnie Martins Gomes de Castro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 07/57115-3 - Circovirus suíno tipo 2 (PCV-2): patogenia comparada dos subtipos A e B e efeitos sobre o desempenho zootécnico de suínos experimentalmente infectados com amostras brasileiras, AP.JP |
| Assunto(s): | Circovirus Suínos Infecção experimental animal Estudo comparativo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | circovírus suíno | desempenho | infecção experimental | Virologia animal |
Resumo Circovírus suíno tipo 2 (PCV-2) é responsável pela circovirose suína que engloba várias condições clinicas, quais sejam: Síndrome multisistêmica caquetizante pós-desmame (PMWS), síndrome dermatite-nefropatia suína (PDNS), distúrbios da reprodução, complexo respiratório suíno (PRDC), tremor congênito e enterite granulomatosa e já descrito em vários países. No Brasil, a ocorrência de PCV-2 é conhecida desde 2001 e em 2005 verificou-se a presença dos dois subtipos de PCV-2, o PCV-2A e PCV-2B. A complexa patogenia, os múltiplos fatores de risco e as interações microecológicas do PCV-2 em suínos fazem com que o conhecimento atual permita compreender apenas em parte o verdadeiro impacto das circoviroses em suínos. Diante ao exposto, o presente trabalho estudará o impacto dos subtipos A e B no desempenho zootécnico dos animais e irá comparar a patogenia de ambos os subtipos. Para isso serão realizados três experimentos (duração de 42 dias cada), onde os animais serão inoculados com subtipo A, subtipo B e ambos, respectivamente. Durante o projeto serão coletados dados referentes a desempenho produtivo e patogenicidade do vírus. O desempenho será analisado através da coleta de dados referentes ao ganho de peso e conversão alimentar. A patogenicidade será avaliada através da descrição das manifestações clínicas, alterações anatômicas e histológicas, detecção de DNA viral em tecido, secreções e excreções e detecção de anticorpo anti-PCV-2 no soro. As técnicas utilizadas serão coloração de tecido pela Hematoxilina-Eosina (HE), reação em cadeia pela polimerase em tempo real (Real time PCR), imunohistoquímica (IHQ), ensaio imunossorbente ligado à enzima (ELISA) e sequenciamento. (AU) | |
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