| Processo: | 09/53401-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Outras Literaturas Vernáculas |
| Pesquisador responsável: | Marcia Maria de Arruda Franco |
| Beneficiário: | Tatiana Aparecida Picosque |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Intertextualidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estetica Filosofia | Herberto Helder | Intertextualidade | Poesia Portuguesa | Religacao Sujeito Mundo | Tradicao Literaria |
Resumo Pretendemos analisar o mais recente livro do poeta português Herberto Helder (1930-) intitulado A faca não corta o fogo, publicado em janeiro de 2009. Neste livro, é possível identificarmos o grande tema e os seus respectivos subtemas constantes em todo o percurso poético herbertiano, desde a sua aparição no cenário da poesia portuguesa moderna. Nossa hipótese é de que o grande tema herbertiano, o fundamento, em torno do qual giram todos os poemas, contos e ensaios do escritor, concerne à temática da religação entre o sujeito e o mundo, instaurada por meio da experiência poética. A palavra poética, enquanto instauradora do real, constitui o liame da religação, da possibilidade do escritor compactuar-se com o todo no plano da existência. No intuito de demonstrar esta hipótese, contaremos também com outro livro de Herberto Helder, o Photomaton & Vox (1979). Trata-se de um ensaio poético onde o autor, em vários momentos, concede-nos chaves de leitura com relação à sua obra. Demonstraremos, após esse passo, como o seu livro A faca não corta o fogo trata, de modo coerente, o seu grande tema. Para tal, destacaremos "subtemas" que acabarão por convergir ao fundamental - o da religação entre sujeito e mundo por meio da arte, a saber: 1) A obscuridade da linguagem poética; 2) A releitura da cultura grega via pensadores alemães; 3) A apropriação herbertiana da tradição e 4) A tematização do cotidiano. Herberto Helder a todo o tempo, como tantos outros da modernidade, lança mão da metapoesia em sua obra e, por esta razão, nossa abordagem partirá da visão estético-verbal particular desse escritor, por meio do exame das suas apropriações da tradição literária e filosófica. Enfim, buscaremos deixar claro o tratamento dado ao tema e subtemas supracitados na poesia de Herberto Helder, a fim de demonstrar a nossa hipótese de leitura acerca da função social da poesia de agora, segundo este autor. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |