| Processo: | 10/12149-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Teoria Literária |
| Pesquisador responsável: | Marcos Piason Natali |
| Beneficiário: | Tiago Guilherme Pinheiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/01816-1 - A literatura incômoda: Roberto Bolaño e suas leituras argentinas, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Literatura comparada Escritores Chilenos Sul-africanos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | autonomia da literatura | campo literário | Coetzee | J | Literatura Comparada | M | Roberto Bolano | teoria literária | Roberto Bolano e J. M. Coetzee |
Resumo Partindo de uma leitura das representações do campo artístico encontradas nas obras de Roberto Bolaño e J.M. Coetzee, este trabalho estudará as mudanças sofridas no estatuto de autonomia da literatura. Nessas narrativas, a literatura não é concebida como um domínio independente, sendo influenciada por esferas políticas, mercadológicas e midiáticas. Essa situação se estende até a figura do autor/escritor que, inclusive, aparece frequentemente como agente legitimador de violência, tanto simbólica quanto física. O objetivo desta pesquisa é explicar como o conceito de "literatura" pode ter se tornado uma categoria indesejada ou mesmo repudiável. Assim, serão analisadas, a partir das obras propostas, as relações entre diversos atores e instituições - escritores, a universidade, a mídia, o mercado e o Estado - buscando entender quais os mecanismos que estão em jogo na apropriação do literário por outros campos. Também será verificado se a possibilidade da neutralização do conteúdo crítico literário como ficção facilita a transformação da literatura em um dispositivo que atua em favor de interesses alheios. Este projeto de pesquisa, que pretende dialogar com as teorias de Pierre Bourdieu, Michel Foucault e Jacques Derrida, espera, ao final, entender que novo tipo de investimento simbólico esses dois escritores contemporâneos querem reivindicar, e como o discurso sobre a autonomia da literatura deve ser entendido num período de fortes interferências sobre o campo cultural. (AU) | |
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