| Processo: | 10/51932-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Roberto Martinez |
| Beneficiário: | Érika Nascimento |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fatores de virulência Cryptococcus neoformans Cryptococcus gattii Técnicas de genotipagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antifunggrama | Cryptococcus Gattii | Cryptococcus Neoformans | Cryptococose | Fatores De Virulencia | Genotipagem |
Resumo Diferentes apresentações e evoluções clínicas da criptococose serão analisadas comparativamente a características genotípicas e fenotípicas de Cryptococcus isolados por respectivos pacientes. Para isto, foram selecionados 89 isolados do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, que representavam os seguintes casos clínicos: a) pacientes co-infectados pelo HIV dos quais o criptococo foi isolado prolongadamente ou em períodos distintos, indicando persistência da infecção, recidiva ou re-infecção, b) pacientes co-infectados pelo HIV e que apresentaram a criptococose apenas uma vez e c) pacientes HIV soro negativos imunocompetentes ou imunodeprimidos. A proposta deste estudo, primeiramente será determinar as características genotípicas dos isolados utilizando a PCR para: a) identificar as espécies e os sorotipos, b) classificar quanto ao mating types (a e αa) e c) realizar a tipagem molecular por PCR fingerpring para detectar possíveis variabilidades genéticas intra e inter espécies. A patogênese dessa micose profunda está associada aos fatores de virulência do fungo, portanto, neste projeto também será avaliado a virulência dos isolados de Cryptococcus utilizando métodos fenotípicos. O tratamento da criptococose nos diferentes sítios e nas diferentes condições imunológicas dos pacientes não é tão efetivo, pois esta enfermidade apresenta alta taxa de mortalidade e nos casos de cura pode deixar seqüelas neurológicas. Com os métodos de microdiluíção em placa e teste, serão determinados e comparados os perfis de susceptibilidade frente aos antifúngicos itraconazol, fluconazol, voriconazol, anfotericina B e 5-fluorcitosina dos isolados de Cryptococcus. Após as caracterizações genotípicas e fenotípicas será possível correlacionar esses dados com os aspectos clínicos, evolutivos e epidemiológicos obtidos dos prontuários médicos. Espera-se que os resultados tragam contribuição relativa a epidemiologia e patogenia da criptococose e para o aprimoramento do tratamento dos pacientes. (AU) | |
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