| Processo: | 10/11768-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Educação |
| Pesquisador responsável: | Arilda Ines Miranda Ribeiro |
| Beneficiário: | Vagner Matias do Prado |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/11447-3 - Entre ditos e não ditos: a marcação social de diferenças de gênero e sexualidade através das práticas escolares da Educação Física, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Homofobia Teoria queer Homossexualidade Heteronormatividade Sexualidade Educação física escolar |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Educação Física Escolar | Heteronormatividade | Homofobia | homossexualidade | Teoria Queer | Sexualidade |
Resumo Considerada como uma produção cultural, a Educação Física se encontra inserida em sistemas discursivos que constroem representações sobre condutas normalizadas em nossa sociedade. Ostentar um corpo diferente dos padrões de saúde e beleza instituídos, não se adequar a condutas sociais "apropriadas" segundo seu gênero, ou transgredir o sistema de inteligibilidade cultural que prediz uma relação causal e ordenada entre sexo, gênero e sexualidade são marcadores que denunciam algumas "diferenças" durante aulas de Educação Física na escola. Ao contar com o aporte teórico do pós-estruturalismo francês e da teoria queer, objetiva-se compreender como os discursos culturais utilizados pela Educação Física produzem marcas corporais associadas ao gênero e a sexualidade tendo a heterossexualidade como base normativa. Também investigar-se-á como sujeitos que questionam os padrões de normalidade instituídos constroem resistências para se auto-representarem nos espaços escolares. Dessa maneira, ao utilizar as contribuições do método da História Oral, intenciona-se resgatar as histórias de vida de jovens, que se auto-representam como gays, e suas vivências durante aulas de Educação Física no transcorrer do processo formal de ensino. Os dados gerados poderão contribuir para a implementação de políticas públicas voltadas para o combate ao preconceito de gênero e sexual e problematizar a área da Educação Física como um dispositivo discursivo que, por intermédio de suas práticas, fabrica sujeitos específicos para atender as demandas políticas de uma sociedade hierárquica, discriminatória e excludente. | |
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