| Processo: | 11/05408-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2013 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Nuclear - Aplicações de Radioisótopos |
| Pesquisador responsável: | Artur Wilson Carbonari |
| Beneficiário: | Caio de Oliveira Salutte |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Materiais nanoestruturados Óxidos semicondutores Espectroscopia Estrutura hiperfina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | CeO2 | Espectroscopia de correlação angular gama-gama perturbada | interações hiperfinas | óxidos semicondutores | interações hiperfinas |
Resumo O presente projeto tem como objetivo confeccionar amostras nano-estruturadas de óxidos semicondutores CeO2 puros e dopados com metais de transição Fe, Mn e Ni e utilizar uma técnica nuclear para a medida de interações hiperfinas para caracterizar defeitos e um possível ordenamento magnético sob o ponto de vista atômico. O trabalho terá como foco a confecção dos materiais para estabelecer uma metodologia para preparar amostras "bulk", nanopartículas e filmes finos nanoestruturados de CeO2 puro e dopado. Inicialmente as amostras serão caracterizadas por difração de raios-X e microscopia eletrônica de varredura e transmissão. Medidas adicionais de magnetização, quando for o caso de compostos magnéticos, e difração de nêutrons poderão ser utilizadas. A técnica nuclear a ser utilizada na invetigação é a espectroscopia de correlação angular gama-gama perturbada (PAC) para as medidas do campo hiperfino magnético (CHM) e do gradiente de campo elétrico (GCE) nos sítios da ponta de prova radioativa. A medida do CHM será usada para a caracterização do comportamento magnético das amostras por meio da determinação da temperatura crítica de ordenamento magnético e pela determinação do valor do CHM extrapolado para 0 K. Esta medida também poderá identificar a formação de outras fases magnéticas. A medida do GCE será usada para o estudo dos defeitos introduzidos no material semicondutor e também para a identificação de diferentes fases formadas dentro do composto. A técnica PAC tem sido aplicada pelo laboratório de interações hiperfinas do IPEN com sucesso para o estudo das interações entre átomos de prova metálicos e sua vizinhança em diversos materiais. | |
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