| Processo: | 11/02648-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Cristina Elena Prado Teles Fregonesi |
| Beneficiário: | Alessandra Madia Mantovani Fabri |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuropatias periféricas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | neuropatia periférica | Palmilha | Vasculopatia Periférica | 40800008 |
Resumo A neuropatia diabética periférica, complicação crônica mais comum do Diabetes Mellitus, caracteriza-se por distúrbios sensoriais gerando, nos pés, zonas de menor percepção somatossensitiva que prejudicam o transito de informações nervosas e predispõe à descarga de peso anormal nessas áreas. Ainda, é responsável por déficits das fibras motoras que podem levar à alterações de força muscular e de controle do movimento. A associação desses fatores colocam os pés em zonas de risco para o aparecimento de úlceras e amputações. A fim de prevenir tais implicações tem-se indicado palmilhas para diabéticos. Neste sentido, o objetivo do estudo é analisar o comportamento dos parâmetros da marcha, das pressões plantares e equilíbrio corporal de indivíduos diabéticos neuropatas e vasculopatas, submetidos ao uso de palmilhas customizadas e, sistematicamente, avaliar a performance desses parâmetros em relação ao tempo de uso. Este estudo contará com dois grupos: GC - Grupo Controle; GD - Grupo de diabéticos neuropatas e vasculopatas. Os métodos baseiam-se em, inicialmente, confirmar nos sujeitos diabéticos a neuropatia (teste de sensibilidade por mnofilamentos e pela escala para diagnóstico da polineuropatia distal diabética) e a vasculopatia perifáricas (por meio do índice tornozelo/braço e por oximetria de dedo). Em seguida, serão submetidos a testes de baropodometria eletrônica (estática e marcha) e cinemetria. Após a realização dos testes, cada indivíduo receberá uma palmilha customizada, segundo suas alterações podálicas e, a partir disso, haverá uma dinâmica de reavaliações na qual o sujeito será submetido aos testes no primeiro minuto, segundo dia, décimo quinto dia, trigésimo e quadragésimo quinto dias após a colocação da palmilha. | |
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