| Processo: | 11/14562-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | André Farias de Moura |
| Beneficiário: | Kalil Bernardino |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Simulação de dinâmica molecular Micelas Solubilização Simulação por computador Química teórica Coloides |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alquilbenzenos | colóides | Dinâmica Molecular | micelas | Simulação Computacional | Solubilizacao | Química teórica |
Resumo O presente projeto de pesquisa apresenta uma proposta de investigação teórica computacional de sistemas químicos complexos, utilizando métodos de dinâmica molecular com potenciais clássicos e cálculos ab initio de estrutura eletrônica. O principal objetivo será investigar a formação de agregados micelares estáveis em sistemas binários de alquilbenzenos em diiodometano, fenômeno já observado experimentalmente mas sem uma contrapartida teórica capaz de descrever em detalhes a estrutura e a dinâmica dos agregados formados. Este tipo de detalhamento pode ser feito de maneira conveniente por simulações de dinâmica molecular com potenciais clássicos, os quais serão parcialmente derivados a partir de cálculos quânticos ab initio. Esse investigação se justifica pelo caráter básico, que visa aumentar nossa compreensão dos fenômenos de auto-organização. A literatura teórica e experimental que trata de coloides de agregação é dedicada quase que exclusivamente aos sistemas aquosos com solutos anfifílicos. Por um lado, tais sistemas merecem este destaque por sua importância tecnológica, mas em princípio qualquer sistema formado por um solvente cujas interações são anisotrópicas em relação ao soluto, ou seja, fortes em relação a uma parte da molécula (uma cabeça pequena) e fracas em relação ao restante (uma cauda longa), podem formar estruturas como micelas, filmes ou membranas. Assim, ora propomos o estudo detalhado de um sistema aparentemente simples mas capaz de formar diversas estruturas autoorganizadas. | |
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