| Processo: | 12/04378-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Lucilene Arilho Ribeiro Bicudo |
| Beneficiário: | Caroline de Oliveira Bessão |
| Instituição Sede: | Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Genética molecular Genética médica Desenvolvimento craniofacial Anormalidades craniofaciais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alx 1 | Alx 3 | Alx 4 | Anomalias Craniofaciais | Desenvolvimento ocular | Genética Molecular |
Resumo Defeitos craniofaciais resultam em deficiências ao longo da vida, podendo representar grandes desafios para as famílias e para a sociedade e, ainda, terem sérios efeitos na expectativa de vida do indivíduo afetado. A formação da face humana é um processo de desenvolvimento precisamente orquestrado envolvendo os tecidos frontonasal e proeminencias maxilar e mandibular, derivados da crista neural. Durante o período crítico entre a quarta e oitava semanas de desenvolvimento fetal, esses processos devem passar por proliferação celular e fusão do tecido para formar as estruturas orbital, nasal e oral. Distúrbios nesta sequência de desenvolvimento causa malformação frontonasal, um grupo heterogêneo de desordens caracterizado pela combinação de hipertelorismo, configuração nasal anormal, fissuras oral e facial, algumas vezes associada a assimetria facial, apêndice auricular, malformação ocular ou cerebral e crânio bífido anterior. Os genes Alx dos vertebrados apresentam papéis importantes no desenvolvimento e estão associados no fechamento do tubo neural, desenvolvimento dos membros e mais especificamente, no desenvolvimento craniofacial. O Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais da Universidade de São Paulo (HRAC/USP-Bauru) conta, atualmente, com cerca de 62.000 pacientes cadastrados com anomalias craniofaciais. Diante da casuística do HRAC/USP e analisando as publicações científicas, notamos que há em nosso Hospital pacientes fenotipicamente associados a alterações nos genes ALX1, ALX3 e ALX4. Portanto, pretendemos analisar os genes citados no intuito de relacionar as possíveis alterações detectadas em cada um deles ao fenótipo do paciente.(AU) | |
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