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Avaliação da aprendizagem: uma problematização de concepções naturalizadas

Processo: 12/12757-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de setembro de 2012
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2014
Área de conhecimento:Ciências Humanas - Educação - Planejamento e Avaliação Educacional
Pesquisador responsável:Magali Aparecida Silvestre
Beneficiário:Victor dos Santos Moraes
Instituição Sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Assunto(s):Ensino fundamental   Currículos e programas   Formação de professores   Práticas pedagógicas   Avaliação da aprendizagem   Avaliação da educação   Pesquisa qualitativa
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:avaliação da aprendizagem | Estágios Curriculares | formação de professores | residência pedagógica | Formação de professores

Resumo

Com a intenção de contribuir com o debate sobre processos formativos de futuros professores esta pesquisa objetiva compreender quais fundamentos têm subsidiado as práticas avaliativas desenvolvidas em classes dos anos iniciais do ensino fundamental, segundo registros elaborados por estudantes de um curso de Pedagogia durante a realização dos estágios curriculares obrigatórios. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que tem por referencial teórico inicial estudos de autores como Luckesi (2011), Souza (2010) e Freitas (2009), entre outros. Esta investigação prevê, em um primeiro momento, levantamento parcial da literatura existente sobre o tema avaliação. Na sequência, subsidiadas por este referencial teórico estudado, serão realizadas leitura, análise e interpretação de registros escritos sobre práticas pedagógicas de professores que ministram aulas no ensino fundamental, encontrados em cadernos de campo e relatórios de estudantes estagiários. Esperamos que a análise e interpretação dos dados coletados nesses registros sobre o tema avaliação da aprendizagem nos auxiliem a traçar um panorama significativo sobre como as práticas de avaliação vem sendo desenvolvidas em classes dos anos iniciais do ensino fundamental em escolas públicas. Nossa hipótese é que práticas sistematizadas de avaliação são quase inexistentes, e aquelas que são explicitadas fundamentam-se, ainda, em um modelo de avaliação autoritário e classificatório que não tem contribuído para a construção da autonomia das crianças.(AU)

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