| Processo: | 12/14489-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo |
| Pesquisador responsável: | Ana Maria Rodrigues Cassiolato |
| Beneficiário: | Juliana Silva Rodrigues Cabral |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Micropropagação vegetal Micorriza |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | fitormônio | Hancornia speciosa | micorriza arbuscular | micropropagaçao | solubilização de fosfato | Microbiologia e Bioquímica do Solo |
Resumo A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes) se destaca entre as árvores frutíferas nativas do cerrado como uma das mais promissoras para programas de exploração sustentável. Apesar do potencial econômico, a falta de informações sobre essa cultura vem restringindo seu cultivo comercial. A propagação sexuada é dificultada, pois suas sementes têm curta longevidade e a redução do seu teor de água prejudica sua viabilidade e vigor. A técnica de micropropagação possibilita a multiplicação em massa de mudas com características geneticamente superiores, uniformes, em espaço físico reduzido e curto período de tempo. Entretanto, ela elimina os microrganismos associados ao tecido vegetal, incluindo mutualistas como os fungos micorrízicos arbusculares (FMA), além das bactérias promotoras de crescimento, que podem melhorar o desempenho da planta sob condições de estresse, além de aumentar o rendimento. A utilização desses microrganismos durante a micropropagação tem sido recomendada para reduzir o tempo de formação das mudas e de aclimatização, aumenta a tolerância a estresses bióticos e abióticos, resistência a patógenos e porcentagem de sobrevivência das mudas após o transplante. O objetivo do presente trabalho é a aclimatização de plântulas micropropagadas de mangabeira em viveiro e avaliar a eficiência de MSF e sua interação com FMA no crescimento in vitro e para maximizar a produção de mudas a serem utilizadas em programas de formação de pomares e reflorestamento. Os experimentos serão conduzidos na UNESP- Universidade Estadual Paulista, Campus de Ilha Soleira e Instituto Federal Goiano - Câmpus Rio Verde (IF Goiano - Câmpus Rio Verde). O material vegetal utilizado na propagação in vitro será retirado de frutos de diferentes plantas de mangabeira coletados na Fazenda Gameleira, localizada no município de Montes Claros de Goiás-GO. Cinco experimentos serão realizados e conduzidos por 120 dias. O primeiro experimento objetivará a aclimatização de plântulas micropropagadas e testará dois tipos de câmara úmida (copos plásticos e vasos com sacos plásticos) e dez tipos de substratos. O segundo experimento para observar os efeitos da inoculação in vitro de plântulas micropropagadas com microrganismos solubilizadores de fosfato e do Glomus clarum, em condições de laboratório. O terceiro experimento avaliará a aclimatização de plântulas micropropagadas inoculadas in vitro com microrganismos solubilizadores de fosfato e G. clarum, e testará dois tipos de câmara úmida (copos plásticos e vasos com sacos plásticos) e dez tipos de substratos. O quarto para testar diferentes tempos de imersão de plântulas micropropagadas em inoculantes de microrganismos solubilizadores de fosfato (MSF), na presença ou ausência de G. clarum. O quinto experimento para avaliar épocas de inoculação de microrganismos solubilizadores de fosfato em plântulas de mangabeira aclimatizadas em substrato em ausência ou presença de G. clarum, em casa de vegetação. | |
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