| Processo: | 12/23103-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Marcos Antonio Machado |
| Beneficiário: | Inaiara de Souza Pacheco |
| Instituição Sede: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Phyllosticta citricarpa Fitopatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Genoma e transcriptomas comparativo | Mancha Preta dos Citros | Phyllosticta capitalensis | Phyllosticta citricarpa | Fitopatologia |
Resumo A mancha preta dos citros (MPC), também conhecida como pinta preta dos citros, é uma das mais importantes doenças do atual momento da citricultura paulista. Causada pelo fungo Phyllosticta citricarpa (teleomorfo Guignardia citricarpa), a MPC afeta quase todas as variedades de citros danificando a aparência externa dos frutos, aumentando a queda e constituindo-se em mais uma barreira fitossanitária às exportações de fruta in natura. O pouco ou nenhum conhecimento sobre os mecanismos de patogenicidade do fungo, bem como suas interações com seus hospedeiros, aliada à constatação de que o controle químico pode levar à seleção de estirpes mais resistentes a fungicidas revelam a necessidade de maiores estudos sobre o genoma do patógeno. A espécie patogênica está frequentemente associada à outra espécie endofítica não patogênica, Phyllosticta capitalensis, até recentemente classificado como Guignardia mangifera, e morfologicamente semelhante a P. citricarpa. Pretende-se com esse projeto, através de sequenciamento de nova geração (RNA-seq) e PCR quantitativo em tempo real (RTq-PCR), comparar o padrão de expressão global de genes expressos tanto de P. citricarpa quanto de P. capitalensis, assim como de genes espécie específicos, respectivamente. Pretende-se ainda estruturar a base de dados de transcriptoma de ambas as espécies. As informações geradas poderão ampliar o entendimento dos mecanismos de patogenicidade e poderão contribuir na elaboração de novas estratégias de manejo e controle de MPC. (AU) | |
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