Busca avançada
Ano de início
Entree

Avaliação de resíduos na formação de um horizonte de superfície em área com subsolo exposto, revegetado com espécies nativas do cerrado

Processo: 13/05221-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2013
Vigência (Término): 30 de novembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Ana Maria Rodrigues Cassiolato
Beneficiário:Anderson Secco dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Revegetação

Resumo

Restabelecer a dinâmica entre as condições físicas, químicas e biológicas da camada superficial de uma área de empréstimo, a qual apresenta o subsolo exposto, para que esta venha a ter condições de receber e dar suporte à vegetação de cerrado requer o desenvolvimento de técnicas específicas. Uma possibilidade seria a introdução de resíduos que pudessem acelerar esta etapa. Como alternativas a ser testada esta a utilização de macrófitas aquáticas, removidas das águas de represas de usinas hidrelétricas, e de cinza produzida em usinas sucroalcooleiras, resíduos produzidos na região. Esse estudo propõe a utilização de dois resíduos (cinza do bagaço de cana-de-açúcar e macrófitas aquáticas) com o objetivo de formar um horizonte de superfície em área com subsolo exposto, possibilitando o restabelecimento da dinâmica entre as condições físicas, químicas e biológicas da camada superficial, para que tenha condições de receber e dar suporte à vegetação de cerrado. As avaliações acontecerão após 24 meses da implantação do experimento. A área foco tem extensão de 10,66 km2, em área contínua, que se localiza à margem esquerda do Rio Paraná, área degradada na década de 60 pela construção da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira-SP. A área foi gradeada (grade média - 0,15 m até 0,40 m de profundidade), com os resíduos macrófitas aquáticas e a cinza foram distribuídos a lanço. A área foi novamente gradeada para incorporação destes e para desmanchar os torrões produzidos durante a subsolagem. Após seis meses, mudas de dez espécies arbóreas de cerrado foram introduzidas aleatoriamente, no espaçamento de plantio 4,0 x 5,0 m, totalizando 1.080 mudas. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 3 x 4, sendo os tratamentos composto de 3 doses de macrófitas (0, 16 e 32t ha-1) e 4 doses de cinza (0, 15, 30 e 45 ha-1), totalizando produzindo 12 tratamentos, com 03 repetições, estabelecidos em parcelas de 20 x 30 m (600 m2), separadas por faixas de 5 m de largura. Após 24 meses da instalação do experimento serão avaliados: densidade, macro e microporosidade, fertilidade, altura e diâmetro de colo das plantas, carbono da biomassa microbiana, carbono do CO2 liberado, número de esporo de fungos micorrízicos arbusculares e colonização micorrízica (se possível, sem destruir as plantas).

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SANTOS, Anderson Secco dos. Condicionamento de um subsolo exposto no cerrado por meio de resíduos e da revegetação. 2015. 63 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Engenharia (Campus de Ilha Solteira)..

Por favor, reporte erros na lista de publicações científicas escrevendo para: cdi@fapesp.br.