| Processo: | 13/18769-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 21 de dezembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo |
| Pesquisador responsável: | José Alexandre Melo Demattê |
| Beneficiário: | José Alexandre Melo Demattê |
| Pesquisador Anfitrião: | Cristine Lois Smith Morgan |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Texas A&M University, Estados Unidos |
| Assunto(s): | Solos Geotecnologias Sensoriamento remoto Mapeamento do solo Espectrorradiometria |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Espectroradiometria | geotecnologias | Mapas de solos | mapeamento digital de solos | Sensoriamento Remoto | Solo exposto | Sensoriamento remoto aplicado a solos |
Resumo A questão da falta de mapas de solos no Brasil é tema recorrente. Tal fato demonstra as dificuldades da comunidade científica em aplicar conceitos e importância do tema para angariar e lidar com as questões financeiras. É preciso conseguir rápidas informações sobre o solo com menor custo. Não há dúvida sobre a importância dos mapas de solos para a economia brasileira no que concerne ao setor agrícola. Basta verificar os benefícios dos famosos Volumes do RADAMBRAIL aos brasileiros. É preciso continuar a busca por metodologias geotecnológicas, que, associadas aos trabalhos de campo permitam atingir os objetivos do mapeamento. O presente estudo tem por objetivos determinar metodologias baseadas no sensoriamento remoto que possam subsidiar o mapeamento digital de solos. Os objetivos específicos são: a) determinar um método de obtenção de solo exposto de maneira contínua em áreas agrícolas pelas imagens landsat, adquirindo informações dos atributos do solo pela imagem; b) testar um algoritmo denominado EPO (External parameter orthogonalization) para transformar dados de reflectância obtidos me laboratório, com seu correspondente em campo. Com isso espera-se não precisar coletar no campo as amostras, secar e moer, como comumente é realizado. O banco de dados será processado e modelado por softwares como ENVI, ArcGis e R. Os resultados serão base para futuros trabalhos em mapeamento de solos. (AU) | |
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