| Processo: | 13/24831-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos |
| Pesquisador responsável: | Ana Lucia Machado |
| Beneficiário: | Maíra Nathalia Lache |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Materiais dentários Resinas acrílicas Biofilmes Rugosidade Cooperação e adesão ao tratamento Candida glabrata Candida albicans Microscopia eletrônica de varredura |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cândida Albicans | candida glabrata | Materiais reembasadores | prótese removível | Resina acrílica | Prótese Removível |
Resumo Nas reabilitações orais com próteses removíveis, frequentemente existe a necessidade de se utilizar materiais reembasadores resilientes, que podem ser à base de silicone ou de resina acrílica plastificada. Esses reembasadores podem apresentar diferentes características superficiais que podem influenciar no processo de colonização por espécies de Candida e, consequentemente, na ocorrência da estomatite protética. Embora a Candida albicans seja considerada o principal agente etiológico dessa patologia, espécies não albicans, dentre elas a Candida glabrata, também tem sido isoladas. Existe pouca informação sobre os efeitos das características de superfície dos materiais resilientes sobre a adesão e formação de biofilmes de C. albicans e C. glabrata, e a influência dessas características na adesão e formação de biofilme misto das duas espécies ainda não foi investigada. Assim, o objetivo deste estudo será avaliar a influência da rugosidade e energia livre de superfície de dois reembasadores resilientes, sendo um à base de silicone e um à base de resina acrílica, e uma resina acrílica utilizada termopolimerizável para base de prótese na adesão inicial e na formação de biofilme dual de C. albicans e C. glabrata. Para isso, corpos de prova (13,8 X 2 mm) de cada um dos materiais serão confeccionados de acordo com as instruções dos fabricantes. Suspensões fúngicas padronizadas (1x107 células/mL) das duas espécies (C. albicans e C. glabrata) serão colocadas sobre os corpos de prova posicionados em placas de cultura e incubadas por 90 minutos (fase de adesão) ou 48 horas (formação de biofilmes) a 37 °C. A adesão inicial e a formação de biofilme serão avaliadas por meio da contagem de unidades formadoras de colônias (UFC/mL). Os resultados (UFC/mL) para cada material, obtidos nos testes de adesão e de formação de biolfime, serão tabulados, analisados estatisticamente para posterior interpretação e discussão. Além disso, serão realizadas análises em microscopia eletrônica de varredura (MEV) tanto das superfícies dos materiais como dos microrganismos, após a fase de adesão e de formação do biofilme dual. | |
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