| Processo: | 14/01726-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Edgar Dutra Zanotto |
| Beneficiário: | Marina Trevelin Souza |
| Supervisor: | Aldo Roberto Boccaccini |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Friedrich-Alexander-Universität Erlangen-Nürnberg (FAU), Alemanha |
| Vinculado à bolsa: | 11/22937-9 - Desenvolvimento e Caracterização de Tecidos Vítreos Flexíveis Altamente Bioativos, BP.DR |
| Assunto(s): | Biomateriais Engenharia tecidual Biovidro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bioatividade | biocompósitos | Biomateriais | Engenharia de Tecidos | Fibras de Vidro Bioativas | Regeneração de Tecidos moles e duros | Biomateriais |
Resumo Os vidros bioativos foram desenvolvidos por Hench em 1969 e são vastamente conhecidos por terem a habilidade de formar uma ligação química com o tecido ósseo e outros tecidos duros. Embora este biomaterial apresente comprovadas propriedades osteocondutoras e osteoindutoras sua aplicação direta em casos clínicos que apresentem carregamento mecânico é bastante limitada, já que sua natureza cerâmica o faz muito frágil. Outro fator que limita a sua ampla aplicação é que esses vidros tendem a cristalizar facilmente quando expostos a tratamentos térmicos, dificultando qualquer processo de conformação. A fim de explorar as propriedades biológicas desses biomateriais muitos grupos de pesquisa estão investigando a combinação destes vidros bioativos com biopolímeros reabsorvíveis, pois isso aumentaria as possíveis rotas para manufatura de diversos dispositivos e expandiria suas possibilidades de aplicação clínica.Normalmente, estes biocompósitos são feitos a partir de grânulos ou partículas de vidro bioativo; No entanto, uma nova composição vítrea, desenvolvida recentemente no Laboratório de Materiais Vítreos (LaMaV - UFSCar), apresenta alta estabilidade vítrea e elevada bioatividade, tornando possível a obtenção de fibras bioativas, malhas e peças 3D. A sua alta bioatividade e propriedades bio-reabsorvíveis fazem destas fibras um biomaterial adequado para o reforço de mecânico de biopolímeros e também para atuar como um agente potencializador da interação entre os biocompósitos e os tecidos vivos.Portanto, o objetivo deste estudo é desenvolver biocompósitos inovadores reforçados mecanicamente com fibras de vidro bioativo e com apresentação em diferentes formatos: filmes e peças porosas 3D (scaffolds). Estes novos dispositivos poderão ser aplicados na engenharia de tecidos para regeneração in situ de tecidos moles e duros. Mais especificadamente, o biomaterial em forma de filme será indicado para cicatrização de feridas cutâneas e a forma porosa para regeneração do tecido ósseo. (AU) | |
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