| Processo: | 13/19796-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Adriano Bonfim Carregaro |
| Beneficiário: | André Nicolai Elias da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anestesiologia veterinária Anestesia por inalação Éteres Oxigênio Animais selvagens Pinguim-de-Magalhães Spheniscus magellanicus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anestesia inalatória | animais selvagens | Aves | Isofluorano | sevofluorano | Spheniscus magellanicus | Anestesiologia Veterinária |
Resumo Pinguim de Magalhães é uma espécie muito presente em águas jurisdicionais brasileiras, e frequente na clínica de animais marinhos, principalmente devido aos acidentes ambientais. O estudo objetiva estabelecer e comparar as Concentrações Anestésicas Mínimas (CAM) do isofluorano e do sevofluorano em pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus), por meio de desafio de estimulação elétrica. Ainda, será avaliada a influência de diferentes concentrações nas frações inspiradas de O2 na anestesia com esses dois fármacos. Serão utilizados 15 animais adultos, saudáveis e sem distinção quanto ao sexo. Em uma primeira etapa, em que o foco será o estabelecimento da CAM, os animais serão submetidos à anestesia por isofluorano e sevofluorano, com auxílio de máscara facial e circuito avalvular. A determinação da CAM será realizada de acordo com o delineamento "quantal study design"; desta forma cada animal será exposto uma única vez a uma concentração anestésica pré-determinada por estudo piloto, por um período definido, seguido da aplicação de um estímulo elétrico. De acordo com a resposta observada, o próximo animal será submetido a um aumento ou redução de 10% da FEISO e FESEVO. Para realização da segunda etapa, todos os animais serão submetidos a dois procedimentos anestésicos, utilizando-se 1,5 CAM correspondente a cada agente inalatório, obtido na primeira fase, sendo que os agentes anestésicos serão diluídos em frações de 21%, 40% e 60% de O2. Após o período de estabilização, os animais serão mantidos por 60 minutos, sendo que a cada 20 minutos ocorrerá a troca da fração de O2, por sorteio e seguindo-se um modelo de quadrado latino. Serão avaliados FC, FR, PAS, PAM, PAD, temperatura, pH, HCO3-, PaO2 e PaCO2, eletrólitos (Na+ e K+) e lactato. Acredita-se que com os resultados obtidos neste estudo, poderão ser estabelecidos padrões tanto de isofluorano como de sevofluorano nessa espécie, bem como correlacionar a capacidade pulmonar e resistência desses animais frente a diferentes frações inspiradas de O2. (AU) | |
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