| Processo: | 14/16163-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 25 de setembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Artes do Vídeo |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Almir Antonio Rosa |
| Beneficiário: | Danilo Nazareno Azevedo Baraúna |
| Instituição Sede: | Escola de Comunicações e Artes (ECA). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 15/14150-0 - Linguagens e imagens em contaminação: a forma-vídeo, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Videoinstalação Arte contemporânea Vídeo-arte |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arte contemporânea | Cinema expandido | Espaço | vídeo | videoarte | Videoinstalação | Videoinstalação |
Resumo Neste estudo analisaremos as operações de caráter técnico e poético utilizadas por artistas para estabelecer relações entre a videoarte e o seu espaço físico de instauração a partir do estudo de amostragens estratificadas dos acervos dos projetos de pesquisa A relação da imagem nas artes visuais: mapeamento da produção imagética na arte contemporânea paraense (CNPq/2005-2010) e Percursos da imagem na arte contemporânea e seus desdobramentos (Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisa/2011 - Atual), organizado previamente em pesquisa de iniciação científica e do Festival de Arte Contemporânea da Associação Cultural Videobrasil a partir de produções realizadas entre os anos de 1990 e 2013. Utilizaremos um método de abordagem hipotético-dedutivo e método de procedimento de caráter tipológico. Lançamos a hipótese de que o vídeo compreende duas grandes operações de espacialização às quais estão diretamente relacionados ao tamanho físico do vídeo exposto no espaço. À primeira operação denominamos micro-espacialização e está relacionada ao vídeo em pequenas dimensões com relação ao espaço e ao público, desdobrando-se em modos de espacialização diferenciados, a saber: 1) vídeo-espaço; 2) aparelho-espaço; 3) vídeo-distensão. Classificou-se como macro-espacializações a segunda operação, ligada à exibição do vídeo em grandes proporções em relação ao espaço e ao corpo do espectador, desdobrando-se em modos de espacialização denominados de: 1) situação-cinema; 2) vídeo-cenário; 3) vídeo-dilatação. Para efeito de análise utilizaremos principalmente os estudos dos seguintes autores: Henri Bergson (1939), Jacques Aumont (1993), Cláudia Gianetti (2006), Margareth Werthein (2001), Philippe Dubois (2004) e Arlindo Machado (1997). (AU) | |
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