| Processo: | 15/18608-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Lucia da Conceição Andrade |
| Beneficiário: | Igor Oliveira da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nefrologia Lesão renal aguda Nefrotoxicidade Colistina Poliúria Histologia Western blotting Imuno-histoquímica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Colistina | hipomagnesemia | Injúria renal aguda | poliúria | Nefrologia |
Resumo A colistina é uma mistura de duas polimixinas (PMXs), PMX E1 e PMX E2. Ela é uma droga antimicrobiana utilizada no tratamento de infecções causadas por bactérias gram-negativas; e pode ser obtida a partir da fermentação de seu produtor natural, o Paenibacillus polymyxa var colistinus. O uso da colistina já foi evitado no passado por causa do seu efeito nefrotóxico, mas desde que infecções bacterianas multirresistentes passaram a existir, seu uso foi reconsiderado. Entretanto, esta droga pode causar diversos efeitos tóxicos, que variam entre neurotoxidade, nefrotoxidade e outros efeitos colaterais que podem envolver diferentes áreas do corpo. Sabe-se que a droga pode causar poliúria, queda da filtração glomerular e hipomagnesemia. Nos propomos a estudar as principais alterações renais relacionadas ao uso de colistina: a filtração glomerular (através de clearance de creatinina); as vias que possam estar envolvidas pela queda da filtração (stress oxidativo, óxido nítrico, endotelina, ciclo celular e klotho), as funções tubulares (através da medição de diurese, frações de excreção dos íons e expressão proteica dos principais transportadores de sódio e água do néfron). Após o período de aclimatação, 10 ratos receberão colistina na dose de 3.000.000 UI/kg de peso corporal/dia diluídos em 0,5mL de água destilada, intraperitoneal, durante 7 dias (Grupo Colistina), e 10 ratos receberão solução fisiológica intraperitoneal pelo mesmo período (Grupo Controle). No terceiro, quinto e sétimo dias, os animais serão colocados em gaiola metabólica, individualmente, por 24h para coleta de urina de 24h, e o experimento será interrompido no oitavo dia, quando os animais serão eutanasiados para a coleta de sangue e rins. Será realizado medidas de bioquímica renal (plasmática e urinária), extração de proteínas para western blotting, e estudo de histologia renal (para avaliar escore de lesão) e imunohistoquímica. | |
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