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O desempenho luminoso de edifícios de escritório: levantamento arquitetônico e simulação computacional, com referência a cidade de São Paulo

Processo: 15/27015-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2016
Vigência (Término): 30 de abril de 2018
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Joana Carla Soares Gonçalves
Beneficiário:Guilherme Reis Muri Cunha
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Tecnologia da arquitetura   Desenho arquitetônico   Edifícios de escritórios   Iluminação natural   Desempenho ambiental   Conforto ambiental   Eficiência energética   Simulação por computador   São Paulo (SP)

Resumo

A pesquisa aborda os edifícios de escritórios construídos na cidade de São Paulo desde o início dos anos 2000. Características arquitetônicas de parte majoritária dos exemplos locais incluem plantas profundas, uso abundante de vidro e dependência de sistemas artificiais de iluminação, com significativa implicação no consumo de energia da edificação. Diante de um cenário de crise energética, com crescimento anual de cerca de 4% no consumo dos edifícios comerciais, e uma meta Nacional de redução de 10% no consumo de energia até 2030, a adaptação do modelo tradicional de edifício desconectado da iluminação natural mostra-se necessária. Nesse contexto, o objetivo principal desta pesquisa é a análise do desempenho luminoso de edifícios de escritórios de São Paulo construídos na última década. Para tanto, serão preparados modelos de simulação computacional com base em um levantamento de parâmetros arquitetônicos e especificações correntes que afetam diretamente o desempenho luminoso e a consequente demanda energética dos sistemas artificiais de iluminação. Com relação aos estudos de simulação computacional, ressalta-se o uso integrado de ferramentas de análise paramétrica e de avaliação dinâmica de desempenho ambiental de edificações. O principal critério de desempenho luminoso aplicado será o conceito de UDI - Useful Daylight Illuminance (conhecido como "iluminâncias uteis"), proposto por Nabil & Mardaljevic (2006), com a faixa de iluminâncias entre 100 lux e 2.000 lux estabelecida também por Nabil & Mardaljevic (2006), como adequada ou aceita.