| Processo: | 16/12113-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astronomia do Sistema Solar |
| Pesquisador responsável: | Ernesto Vieira Neto |
| Beneficiário: | Ricardo Aparecido de Moraes |
| Supervisor: | Wilhelm Kley |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEG). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Guaratinguetá. Guaratinguetá , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Eberhard Karls Universität Tübingen, Alemanha |
| Vinculado à bolsa: | 13/24281-9 - Estudo de formação de satélites regulares de planetas gigantes usando integração numérica hidrodinâmica bidimensional com perturbação da estrela, BP.DR |
| Assunto(s): | Satélites Sistema binário (astronomia) Integração numérica Simulação numérica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arrasto Gasoso | Captura Gravitacional | Formação de Satélites | Integração Numérica Hidrodinâmica | Formação de Satélites dos Planetas Gigantes |
Resumo A formação dos satélites irregulares é um dos problemas mais intrigantes da astronomia, os efeitos físicos que levaram corpos massivos a crescerem próximos de planetas ainda não é completamente entendido. Uma forma de estudar a formação desses corpos é através de simulações numéricas. Nas últimas décadas o número de ferramentas computacionais para o uso na astronomia cresceram substancialmente, no entanto o estudo de formação de satélites próximos aos planetas ainda é um desafio, uma vez que os integradores numéricos não fornecem alta resolução nas regiões onde acredita-se que os satélites se formaram. Nesse projeto nós propomos uma nova abordagem para esse problema, uma vez que os satélites se formaram próximos dos planetas, nós focamos nosso estudo nas regiões de influencia do planeta, dessa forma os efeitos que não afetam essas regiões podem ser negligenciados. Para isso nós removemos a estrela do centro do sistema e colocamos em seu lugar um planeta, porem essa modificação implicará em várias simplificações para o problema, uma vez que o planeta não estará orbitando nenhum corpo, por exemplo. Essa técnica não é nova e o maior problema dessa modificação é a falta de inclusão dos efeitos provenientes da estrela, na maioria dos trabalhos publicados que trocam a estrela central por um planeta central os autores não adicionam nenhum fator que compensaria os efeitos da estrela, em nossa abordagem nós adicionamos os efeitos da estrela como um termo no potencia gravitacional, isso evita a integração da "trajetória" da estrela em torno do planeta. Como um complemento ao trabalho com satélites nos esperamos testar nosso método em sistema binários, onde a troca na estrela central não é necessária, no entanto esse é um bom cenário para testar nossa hipótese de adicionar os efeitos, nesse caso, da estrela secundária ao invés de integrá-la. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |