| Processo: | 13/24281-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astronomia do Sistema Solar |
| Pesquisador responsável: | Ernesto Vieira Neto |
| Beneficiário: | Ricardo Aparecido de Moraes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEG). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Guaratinguetá. Guaratinguetá , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/08171-3 - Dinâmica orbital de pequenos corpos, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/12113-2 - Estudo de formação de satélites de sistemas planetários, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Captura gravitacional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arrasto Gasoso | Captura Gravitacional | Formação de Satélites | Integração Numérica Hidrodinâmica | Formação de Satélites dos Planetas Gigantes |
Resumo O estudo da formação de satélites regulares nas regiões mais internas dos planeta gigantes vem esbarrando na falta de dados que são possíveis de se obter com os atuais recursos numéricos. A maioria dos integradores hidrodinâmicos disponíveis, tais como o FARGO 2D, não são muito detalhistas quando se trabalha tão próximo de um planeta. A alternativa para se estudar esse problema é colocar o planeta no centro do sistema substituindo a estrela, porém essa mudança faz com que se perca toda a informação do que aconteceria com a presença da estrela. Nas tentativas de simulações hidrodinâmicas com o sistema completo (planeta e estrela) se perdem resolução além de serem pesadas computacionalmente, principalmente quando se tem a intenção de investigar apenas as proximidades do planeta.Nossa proposta é desenvolver um novo estudo numérico hidrodinâmico, tomando como referência o problema restrito de três corpos, onde será possível utilizar o planeta como centro do sistema (o secundário no problema de três corpos) e analisar sua vizinhança com precisão modificando o potencial de forma que seja computado a gravidade e movimento da estrela, ou seja, sem perder as informações relacionadas ao restante do sistema. Procuraremos também diminuir o custo computacional, integrando apenas a vizinhança do planeta e ajustando as condições de contorno de forma a reproduzir os resultados encontrados nas simulações em que a estrela é o centro do sistema. | |
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