| Processo: | 16/08222-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Educação - Tópicos Específicos de Educação |
| Pesquisador responsável: | Romualdo Dias |
| Beneficiário: | Bruno da Silva Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Desenvolvimento infantil Vulnerabilidade Crianças e adolescentes Mães Acolhimento Projeto educacional Planejamento pedagógico Teoria de Winnicott |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Desenvolvimento comunitário | Fortalecimento familiar | Programas de Acolhimento | Vulnerabilidade | Educação |
Resumo Esta pesquisa analisa o modo como se constitui a mãe social, educadora situada na Casa Lar. Trata-se de um estudo sobre uma educadora que faz parte do programa de acolhimento de crianças e adolescentes, configurados em situação de vulnerabilidade, que vivem em uma casa, com a presença de uma mãe e uma auxiliar, organizados pela rede internacional "Aldeias Infantis SOS Brasil". Esta pesquisa tem como objetivo analisar o papel da mãe social enquanto uma educadora. Para isso o situamos esta profissional na Casa Lar, descrevemos o Projeto Pedagógico e o processo educacional estabelecidos a partir das orientações teóricas e metodológicas próprias da rede "Aldeias Infantis SOS Brasil. Analisamos esta proposta apoiados em um marco teórico constituído pela obra de Donald W. Winnicott, com o foco na figura da mãe em sua relação com as crianças no ambiente oferecido pela "casa lar". Utilizamos em nossa análise as categorias do "sustentar", do "manipular" e do "apresentar o mundo", de acordo com a formulação de Winnicott, para compor a abordagem educacional construída na fronteira entre uma condição de vulnerabilidade e uma possibilidade de acolhimento. Acrescentamos para este estudo as contribuições do biólogo Humberto Maturana para analisar o modo de lidar com o afeto e o brincar no desenvolvimento infantil, atentos com a articulação entre natureza e cultura. Analisamos o papel da mãe social enquanto uma educadora que propicia o ambiente necessário para crianças e adolescentes passarem por vivências em que o amar possa ser experimentado e o brincar possa ser exercido amplamente. Consideramos a fato da casa lar se articular com uma rede de acolhimento de caráter internacional como um fato político diretamente relacionado com a sustentabilidade do projeto pedagógico. Delimitamos na experiência do Brasil, para estudarmos os programas de acolhimento realizados de acordo com o modelo da casa lar. Queremos compreender como esta educadora, concebida na figura da mãe social, se constitui no território de fronteira que se estabelece entre um modo de entendimento da produção social da vulnerabilidade de crianças, adolescentes, e o modo como se organiza o programa de acolhimento, na casa lar. Analisamos o modo como esta educadora concebe a sua figura "como se" fosse a mãe biológica. | |
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