| Processo: | 16/05473-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Bussotti Reyes |
| Beneficiário: | Eliezyer Fermino de Oliveira |
| Instituição Sede: | Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/03729-2 - Investigando os substratos neurais do aprendizado de tarefas temporais, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Potenciais de ação Eletrofisiologia Córtex pré-frontal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Eletrofisiologia | Percepção temporal | Potenciais de ação | potencial de campo local | registros extracelulares | Eletrofisiologia |
Resumo A habilidade de estimar intervalos de tempo e agir com precisão temporal é crítico para adaptação e sobrevivência. Diferentes teorias e estudos buscam desvendar as bases neurais desta aptidão temporal. Dentre estas, apontam-se estruturas como o Estriado Dorsal (DS) e o Córtex Pré-frontal medial (mPFC). Lesões e manipulações farmacológicas no DS sugerem alterações na percepção temporal, enquanto o mPFC aparenta ser responsável pela habilidade de discriminação de intervalos temporais distintos. A via mPFC-DS é bem descrita na literatura e também importante para processamento de intervalos de tempo. Além do mais, esta via participa na aquisição de diferentes categorias de aprendizados, como o associativo. Somado a isto, resultados nossos sugerem que o aprendizado de algumas tarefas temporais parece ser instantâneo, e não graduais como na visão tradicional. Nosso objetivo é estudar a interação de mPFC e DS durante o aprendizado de uma tarefa envolvendo intervalo de tempo. Para isso, realizaremos registros, simultaneamente, de potencial de campo local (LFP) e potenciais de ação (spikes) com uma matriz de 32 eletrodos no mPFC e outra no DS enquanto o animal aprende uma tarefa de reforço pela duração da resposta (Differential Reinforcement Response Duration, DRRD). Isso permitirá que: (i) A interação LFP-LFP, Spike-Spike e LFP-Spike, seja avaliada na via mPFC-DS. (ii) Como o aprendizado de uma tarefa temporal altera a atividade em ambas as áreas. (iii) A modulação da atividade de DS pelo mPFC. (AU) | |
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